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Chama Gloriosa Chalkboard
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sábado, 11 de agosto de 2012
Fortuna Düsseldorf vs Benfica - Quase, quase na final
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Benfica vs Juventus: de Lisboa a Turim, com os olhos em Wembley
A primeira mão estava marcada para o Estádio da Luz e a poucas horas do início do «grande espectáculo» o relevo ia todo para a preparação da equipa de Turim. É que «signor» Herrera quis que os jogadores despertassem bem cedo para um pequeno-almoço rápido onde os espinafres foram o grande destaque; ao almoço nova presença de espinafres à mesa (entre a canja de galinha, o frango e o bife) forçavam a interrogação: seria tão formosa verdura o ingrediente secreto da força italiana? Para além da ementa, outra curiosidade: os homens da Juventus foram obrigados a treinar fora do Estádio da Luz. A razão de ser de tal proibição foi bastante simples: a direcção da «Juve» informou atempadamente que seria impossível, em Turim, facultar o relvado da equipa para treino dos portugueses e, como amor com amor se paga, em Lisboa os italianos foram forçados a utilizar o relvado de Pina Manique, cedido pelo Casa Pia. Sem polémicas, diga-se. Outros tempos.
Quanto ao jogo, ganhou o Benfica por 2-0, num resultado prometedor que representava, só por si, um passo seguro para Wembley. Depois de uns 10 minutos ilusórios, com os italianos a jogar no campo todo, começou a definir-se o figurino do jogo: defesa cerrada da «Juve» - hoje os jornais falariam em «autocarro» - e ataque constante do Benfica. O nulo ao intervalo indicava bem qual o vencedor das pequenas batalhas da grande guerra que era o jogo. Bercellino vigiava aguerridamente Eusébio e o bombeiro Castano – ou líbero em futebolês – acudia a todos os fogos provocados pelas labaredas «encarnadas». Entretanto, o tempo passava e a meta italiana – o empate - mantinha-se intacta; as possibilidades benfiquistas, por outro lado, oscilavam. A Luz, impaciente, erguia-se a cada remate de Eusébio, vibrava a cada jogada de Jaime Graça e tremia a cada incursão de Monichelli, o extremo-esquerdo transalpino. Até que, já com a segunda parte bem alta, eis que chega o tão ansiado prémio benfiquista: Torres inaugura o marcador em cabeceamento a um passe de Simões e, poucos minutos depois, Eusébio marca o segundo, isolado frente à baliza de Anzolin. O Benfica estava no bom caminho. O caminho de Wembley e da sua quinta final da Taça dos Campeões Europeus.
A exibição foi vincadamente positiva e no final da partida Coluna não tinha dúvidas: -“A vantagem de dois golos dá-nos passagem para Londres”. E deu mesmo, pois uma semana depois os «encarnados» foram a Turim confirmar as palavras do capitão – só ele estava autorizado a falar aos jornalistas no final dos jogos - e vencer por uma bola a zero. Confirmado o apuramento, a questão a que faltava responder foi colocada por Bercellino, defesa italiano, que logo no final do primeiro encontro desabafou perante os jornalistas: “Eusébio? Quem o pode travar?” Aparentemente ninguém podia. Bom, ninguém a não ser Sir Bobby Charlton e o seu Manchester United, é claro.
domingo, 22 de julho de 2012
Chama Gloriosa Chalkboard: As boas indicações de Melgarejo
Ainda sem o tão ansiado reforço para a lateral esquerda, o Benfica tem ido a jogo com Luisinho e Melgarejo, com o paraguaio, através da sua velocidade e pendor ofensivo, a deixar boas indicações na adaptação a uma função mais defensiva. Os elogios, na generalidade, têm tido como alvo as características mais atacantes do jogo do - pelo menos por agora - jovem defesa lateral, mas o que me leva a escrever este texto é, precisamente, um lance ocorrido no outro lado do campo.
Melgarejo, traído pelo desvio de Bruno César quando procurava a antecipação, perde o controlo do adversário e obriga Garay a fazer contenção no corredor lateral, ficando o espaço do central desocupado. O que surpreende, pelo menos a mim, é o entendimento completo da linha de prioridades do lance por parte de um jovem sem cultura de defesa (embora provavelmente já preparado por Jesus) e que, numa situação de descontrolo, reage da melhor forma num exemplo perfeito de coordenação colectiva. Melgarejo reagiu e entendeu o comportamento de Garay, recuperando posição para ocupar o espaço deixado em aberto pelo desposicionamento do argentino, garantindo não só a cobertura ao colega, como a protecção da sua baliza através do completar da linha defensiva com o quarto elemento.
De facto, o cruzamento apenas é interceptado por Luisão de forma incompleta e não fosse o bom comportamento defensivo do jovem paraguaio o lance teria tido, certamente, outras consequências (se Melgarejo tem optado por pressionar o portador da bola e criar superioridade na lateral, como seria talvez de esperar, o alívio incompleto de Luisão teria, com grande probabilidade, sobrado para um jogador da equipa francesa finalizar em excelente posição).
Numa fase tão inicial é ainda prematuro tirar grandes conclusões sobre o sucesso de mais uma adaptação de Jesus a lateral esquerdo, mas o desempenho do ex-avançado do Paços de Ferreira nestes primeiros jogos de pré-época tem de ser catalogado, no mínimo, como interessante.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O peso da nacionalidade na Definição do Futuro
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Balanço da pré-época
Não me vou alargar muito sobre os últimos jogos disputados, pois tirando o jogo da Eusébio Cup todos eles mereceriam crónicas alongadas. Como estive fora até ontem, prefiro sim passar em revista aquilo que resultou da pré-época. A nossa forma de actuar, a equipa que está construída, o que falta fazer.
Em primeiro lugar, a grande nota de destaque vai para o ensaio muito sério de um novo sistema de jogo, que logicamente Jesus e bem trabalhou para compensar a saída de Di Maria, que em grande parte torna o 4-1-3-2 do ano passado num sistema menos dinâmico do que era com o argentino. Além disso, o 4-3-3 (ou 4-3-2-1, ou 4-1-2-2-1) permite aproveitar os muitos avançados do plantel, em contraponto com a escassez de centrocampistas que temos, a meu ver.
sábado, 31 de julho de 2010
Benfica 4 - 1 Feyenoord (5-4 em g.p.)

Árbitro: Duarte Gomes
BENFICA: Roberto; Rúben Amorim, Sidnei (77' Luisão), David Luiz e Fábio Coentrão; Javi Garcia (46' Airton), Carlos Martins (46' Carlos Martins), Aimar (46' Jara) e César Peixoto (65' Felipe Menezes); Saviola (78' Luís Felipe) e Kardec (46' Cardozo).
Suplentes: Júlio César, Luís Felipe, Luisão, Fábio Faría, Airton, Ramires, Felipe Menezes, Cardozo, Jarra, Weldon, Nuno Gomes, Gaitán, Roderick e Balboa.
Treinador: Jorge Jesus
FEYENOORD: Erwuin Mulder; Stefan De Vrij,Ron Vlaar, André Bahia e Tim de Cler; Karim El Ahmadi (76' Van Haarem), Eroy Fer, Wijnaldum e Luigi Bruins (81' Dani Fernández); Diego Biseswar e Smolov (76' Luc Castaign).
Suplentes: Rob Van Dijk, D. Dani Fernández, Adil Auassar, Kamohelo Mokotjo, Lumb, Luc Castaign e Van Haarem.
Treinador: Mário Been
Golos: Cardozo (50' e 72'), Felipe Menezes (75') e Ruben Amorim (85'); Smolov (3')
domingo, 25 de julho de 2010
Benfica - Mónaco: a apresentação
O Benfica apresentou-se diante dos seus adeptos com uma recepção ao AS Mónaco, naquele que foi o primeiro jogo do Benfica 2010/11 em sua casa. A apresentação não trouxe novidades... Balboa confirmado como dispensa ao não ser apresentado, e Mantorras continua a prender a mítica nº 9. Incrível como a direcção não resolve algo que Jesus já resolveu há muito... não conta com ele! E "interessante" ver o público da Luz a aplaudir Mantorras mesmo depois de tudo o que o angolano tem dito... a memória é mesmo muito curta.Para o jogo, Jesus escalou o seguinte onze: Roberto, Peixoto, Sidnei, David Luiz, Ruben Amorim, Airton, Gaitan, Aimar, Martins, Saviola e Kardec. O Benfica não entrou bem no jogo, e a pressão alta do Mónaco não estava a ser bem enfrentada. Muitas vezes estavam dois jogadores sobre Sidnei e David Luiz quando Roberto tinha de repor a bola em jogo, perdendo por isso o jogo encarnado a fluidez desejável com uma construção a partir dos centrais. Um grande problema que desde cedo se percebeu na equipa, teve que ver com o posicionamento dos jogadores. Que me perdoe o Jesus, mas eu nunca vi uma equipa dele tão desorganizada como ontem. Se a atacar isso não é grande problema, a defender notou-se que os jogadores andavam perdidos a tentarem perceber onde deveriam estar naquele momento. Confesso que me fez confusão visto que a base da equipa mantém-se, o sistema táctico também... e acabei por perceber que o problema defensivo não é um exclusivo dos jogadores desse sector.
O dilema da baliza
Mas o assunto dos guarda-redes é incontornável. Roberto não teve culpa em nenhum dos golos, mas vê-se que não consegue decidir seja o que for. No lance do 1º golo, não sendo obrigatória a defesa naquelas circunstâncias como é óbvio, vê-se que ele nem sabia se havia de sair para interceptar o lance, se havia de sair para fazer a mancha... acabou por nada fazer, ficou estático, imóvel, a ver a bola encaminhar-se para a baliza. Já circula o soundbyte que daquela forma cortou mais o ângulo de remate, mas como é evidente todos sabemos que isso é treta, pois caso assim fosse não veríamos nas melhores escolas mundiais de guarda-redes tanta insistência em treinar esse gesto técnico. Até porque ficar de pé, imóvel, retira ao guarda-redes praticamente todas as hipóteses de intervir caso a bola seja defensável.
É confrangedor ver que ele nas bolas paradas tem tanto medo de estar mal posicionado que não pára quieto, e não dá ordens aos colegas para se posicionarem melhor. Como fizeram Moreira ou Julio Cesar por exemplo. Que não sai da baliza, que não consegue desempenhar o papel de líbero quando é necessário. Podem dizer-me que vem habituado de equipas muito defensivas, mas o Júlio César é mais novo, veio do Belenenses, e não tem grandes problemas em jogar com a defesa subida.
Estou totalmente desolado, porque desde que o saudoso Enke saiu da Luz que anseio pelo dia de ter um grande guarda-redes na nossa baliza novamente. Roberto até pode ter qualidade, e eu acredito que a tenha, mas se ainda nem chegou ao ponto de conseguir decidir bem que tipo de acção levar a cabo, muito menos o vemos a agir bem. Nem com Bossio vi uma sucessão tão horrível de exibições. É que são umas atrás das outras. Praticamente não se vê uma excepção à regra durante os jogos, e quando acontece pelos vistos não serve para lhe darem confiança... visto que ele já tem enterrado de forma épica a seguir a boas intervenções.
Nunca vi nada igual na minha vida... não faço ideia do tipo de solução que pode existir. Não sei mesmo que diga sobre o futuro... do Roberto, e da baliza do Benfica.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
De novo reis em Guimarães
Jesus escalou o seguinte onze para esta partida: Roberto, César Peixoto, David Luiz, Sidnei, Ruben Amorim, Airton, Gaitan, Aimar, Carlos Martins, Saviola e Kardec. Foi portanto uma equipa muito próxima do que será o onze base desta época, com as repetidas ausências na defesa, e com dois homens do meio campo para a frente a reclamarem um lugar aos habituais titulares na época passada - Airton e Kardec.
O jogo começou da melhor maneira para o Benfica, encostando às cordas o adversário e explorando os muitos espaços que o Guimarães concedeu. O maior leque de soluções de jogo que Kardec oferece em relação a Cardozo fizeram-se sentir, sendo redobrada a mobilidade do ataque encarnado, com Kardec muito à vontade na dupla função de servir de pivot ofensivo, e também a cair no espaço, a criar jogo, tal como Saviola preferencialmente gosta de fazer. A somar a isso um excelente Carlos Martins e um Gaitan perfeitamente adaptado ao jogo de toque curto e tabela, o resultado foi esmagador e demolidor.
Guardiões do sobre solo
Uma das questões mais pertinentes feitas na época passada em relação à excepcional equipa que o Benfica apresentou pelos vários relvados do país foi a capacidade dos três guardiões que serviram a nossa instituição: Quim, Júlio César e Moreira.Relembro que na pré-temporada, Moreira foi o mais utilizado - inclusive, chegou a jogar um jogo pela Selecção Nacional nesse período - Júlio César chegou já em Agosto, e Quim agarrou a titularidade para a temporada, quando foi decisivo na Eusébio Cup, no desempate por grandes penalidades (defendeu três delas, se não me falha a memória) com o AC Milan. Porém, em determinados jogos, principalmente já na parte final da época, em jogos com a Académica, o FC Porto e o Rio Ave, pairaram muitas dúvidas sobre se os golos sofridos, que com outro guarda-redes de um nível superior ao de Quim, seriam defensáveis. Para além disso, também era visível que a equipa não tinha grande confiança em Quim, que por vezes cometia erros que, até pela idade que possui - 34 anos, não os deveria cometer. Terão sido estas as razões que fizeram com que se não avançasse para a renovação de contrato, sendo preterido por Moreira, que encaixa num perfil de jogador que aceite melhor um longo período de suplente de alguém verdadeiramente bom. Para além de contar como formado no clube, necessário para efeitos de inscrição do plantel nas competições europeias, coisa que não acontece com o agora bracarense.
domingo, 18 de julho de 2010
Defesa ao fundo
Jesus apostou no seguinte onze: Roberto, Peixoto, Faria, Sidnei, Luís Filipe, Airton, Gaitan, Martins, Ruben Amorim, Kardec e Jara. Primeira nota... deixem-me dar conta do grande orgulho que foi ver o Ruben Amorim a capitanear a equipa. Quem me lê habitualmente conseguirá imaginar o meu contentamento, já que há muito vejo nele o modelo de jogador à Benfica, e o modelo de capitão à Benfica. Será uma questão de tempo até assumir essa tarefa de forma regular.
O jogo começou com uma falha defensiva tremenda, algo que havia de se repetir. 1-0 para o Groningen, com Luís Filipe e Fábio Faria a borrarem a pintura, e a deixarem Roberto sem qualquer possibilidade de defender. Depois, apareceu o melhor Benfica, e uma equipa que me faz já sonhar. Em termos ofensivos, vimos uma equipa de alto nivel. Kardec, Jara, Gaitan e Carlos Martins fizeram todos exibições monstruosas, combinaram muitíssimo bem entre si e dinamitaram totalmente a defesa adversária. O empate chegou facilmente por Kardec, e vários outros lances poderiam ter tido o mesmo desfecho. Ficam na retina os excelentes desenhos ofensivos protagonizados por estes jogadores, a fazerem sonhar, de facto.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Deixar a Suíça com estilo
O Benfica jogou hoje o seu terceiro e último jogo amigável na Suíça, pondo assim termo ao estágio que efectuou nas terras helvéticas. O adversário voltava a ser acessível, mas Jesus mudou definitivamente a orientação na definição do onze titular, apostando claramente e desde já no que serão as mais que prováveis escolhas preferenciais do técnico. Assim, na baliza jogou Roberto, à sua frente Peixoto, David Luiz, Sidnei e Luís Filipe, no meio Javi Garcia, Martins, Aimar e Gaitan, e na frente Kardec e Saviola.Faltam, claro, os mundialistas. Portanto, num exercício meramente teórico, provavelmente Coentrão entrará para o lugar de Peixoto, Luisão para o lugar de Sidnei, Maxi para o lugar de Luís Filipe e Cardozo para o lugar de Kardec. Isto, claro, se não houverem saídas de nenhum desses jogadores. Portanto, a tentativa é desde já de voltar a consolidar um onze, e não estando disponíveis os teóricos "donos" de alguma posição, Jesus fez avançar os seus mais semelhantes.
A partida começou com o Aris muito rápido sobre a bola e a dificultar muitíssimo a tarefa defensiva do Benfica, atacando com jogadores rápidos e a aproveitar muito bem os imensos espaços que o Benfica concedeu no seu meio campo defensivo. De facto, foi em termos defensivos que menos consistente esteve o jogo encarnado, penso que muito por culpa da falta de frescura física de Javi Garcia, que me pareceu uns furos abaixo dos restantes colegas. Na segunda parte, com a entrada de Airton para o seu lugar, o Benfica passou a ter mais controlo do jogo no seu próprio meio campo, que até aí lhe fugia.
domingo, 11 de julho de 2010
Um dia desastrado
O Benfica continuou a preparação da nova época com um embate amigável frente ao Sion, tendo perdido por 2-1. Foi um jogo com incidentes diversos, que de certa forma acabaram por desvirtuar em muito o real trabalho desenvolvido durante os noventa minutos pela equipa.Jorge Jesus escalou para o jogo o seguinte onze: Roberto, Fábio Faria, David Luiz, Sidnei, Airton, Javi Garcia, Aimar, César Peixoto, Carlos Martins, Saviola e Kardec. Airton adaptado a lateral direito e Fábio Faria deslocado para o flanco esquerdo, com Peixoto a jogar no meio campo. De destacar a inclusão de elementos com muitos minutos nas pernas no jogo da véspera, casos de Sidnei, Peixoto e Faria.
Mal o jogo tinha começado e já Roberto se destacava. Numa saída totalmente despropositada (distracção? relaxamento? Não consegui ainda encontrar justificação), abriu a baliza para Mpenza facilmente concretizar e por o Sion em vantagem. Um péssimo arranque de jogo do guardião espanhol, e que contagiou a equipa.
Arrancaram os amigáveis de preparação
O Benfica realizou hoje o seu primeiro jogo da época 2010/11, frente ao FC Monthey na Suíça. O adversário não era, evidentemente, de peso, mas Jorge Jesus quis desde já começar a dar rotina à equipa, em particular aos novos jogadores que integram o plantel este ano. O primeiro onze do Benfica 2010/11 foi então o seguinte: Roberto (GR), Luís Filipe, Sidnei, Fábio Faria e César Peixoto (defesas), Airton, Menezes, Balboa e Gaitan (centrocampistas), Weldon e Jara (avançados).A estrutura da equipa, em termos tácticos, correspondeu na íntegra aquilo que foi a base da equipa no ano passado. Um 4-1-3-2 bem evidente em campo, com uma dupla de avançados de cariz diferente do que estávamos habituados. Weldon e Jara garantiram mais mobilidade e menos presença de área, o que me parece ter sido talvez o factor mais estranho à equipa, pouco acostumada a servir uma frente de ataque com estas características.

























