
Resumidamente, aqui segue a minha opinião sobre os vários erros cometidos pelo trio Jorge Jesus (do qual tem todo o meu apoio até ao fim, pelo que já deu ao Benfica), Rui Costa e Luís Filipe Vieira.
Luís Filipe Vieira:
- entrevista em Abril à SIC, enxovalhando Rui Costa, colocando-o num papel secundário, do género Óscar Carmona em relação a Salazar (a comparação não é inocente...);
- sendo ele, dito pelo próprio, que detém o poder do futebol, prosseguir em viagens comprovadamente de negócios, colocando a sua vida profissional à frente do clube;
- apoiar alguém envolvido num processo de viciação de resultados para presidente da Liga (viu-se já na Figueira da Foz, o resultado - e isto ainda é o começo);
- vender Ramires sem ter uma alternativa garantida, a isto chamo de destruir depois de ler, uma grande equipa campeã;
- péssimo poder negocial em várias vendas, e inclusão de jogadores que não interessam ao Benfica, como Rodrigo, nessas mesmas vendas, reduzindo o valor dos negócios...
Rui Costa:
- falta de coragem em assumir posições fortes, o que o torna cúmplice nesta preparação péssima da temporada;
- o que redunda numa falta de autoridade gritante para o que quer que seja;
Jorge Jesus:
- dispensa de Miguel Vítor e Urreta, duas alternativas muito válidas e que seria agora muito úteis;
- dizer que Gaitan era o substituto do Di Maria, quando uma observação atenta daria logo para desmentir essa afirmação, porém, terá sido compelido a dizer tal, acredito que tenha sido obrigado a engolir muitos sapos nestes 3 meses...
- a nível técnico, ensaiar uma táctica na pré-época com bons resultados, o 4-3-3, e nos jogos oficiais, abdicar dela, insistindo em jogadores sem grande qualidade para o onze, como César Peixoto;
Neste momento estou muito pessimista para esta temporada, só com a vinda de dois jogadores indiscutíveis, que sejam verdadeiramente os substitutos de Di Maria e Ramires, me podem fazer mudar um pouco a minha opinião...
Espero muito sinceramente que o Benfica encarrilhe, porque quando ganha é a minha alegria e a alegria do povo.