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Rubrica onde iremos analisar lances, jogadas ou momentos dos jogos do Benfica que, apesar de importantes, passam normalmente despercebidos a um olhar menos atento.

Artigos de opinião

Voz aos escribas do Chama Gloriosa, para se pronunciarem sobre os mais diversos assuntos relacionados com o clube. Sempre com a acutilância, independência e fervor Benfiquista que nos caracterizam.

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Aqui vais encontrar jogos de todas as modalidades e os mais diversos programas de televisão sobre o Benfica. Não fiques fora de jogo e recorda tudo o que gravita à volta do nome Benfica!

Glorioso Relax - As deusas do Benfica

Cansado da rotina? Farto de maus resultados? Faz frio? Chove? Nada como espairecer e consolar a vista, com as gloriosas deusas deste espaço!

Análises adversários

Se não conheces a equipa que vai jogar contra nós no próximo jogo, não desesperes! Temos pronto para ti um resumo da informação mais relevante sobre o adversário!

Canto dos convidados

Todos os meses um convidado benfiquista vai dar voz à sua alma gloriosa e partilhar a sua perspectiva sobre os mais variados temas .

terça-feira, 23 de março de 2010

Um dia importante para o Benfica

Hoje é um dia importante para o Benfica. Realiza-se na Luz uma Assembleia-Geral para aprovação do projecto dos novos Estatutos do clube, que determinarão as bases com que o clube viverá para os próximos anos. Depois de importantes e complexas reestruturações do funcionamento do Benfica na última década, chega agora o importante passo de adequar os estatutos às novas realidades.

Era importante que os sócios ganhassem consciência da importância das Assembleias-Gerais, como altura-chave para terem uma palavra a dizer na vida do clube. Na nossa história, temos muitos momentos marcantes que coincidem com soberanas decisões dos sócios em AG, e era importante que nestes tempos em que as SADs monopolizam quase por completo os focos mediáticos os sócios não abandonassem o clube, que é afinal onde tudo começa e onde tudo vai, inevitavelmente, ter.

Votarei favoravelmente à proposta, por se tratar de uma votação na  generalidade. Não era possível adiar mais esta discussão, e parece-me que em geral as alterações têm um espírito correcto.

Há alguns pontos que me merecem atenção especial:
  • A criação de uma nova categoria de sócios com mais de 25 anos de filiação com poderes de voto reforçados é, quanto a mim, justa e lógica. No entanto, atribuir-lhes um poder de voto que supera em mais do dobro o poder de voto máximo actual é quanto a mim um exagero. Em vez dos 50 votos propostos, preferia um poder de voto de 25/30 votos, em comparação com os 20 votos que são o actual máximo.
  • A equiparação das Casas do Benfica a sócios com 25 anos de filiação parece-me um exagero. Ficarem com 20 votos era, quanto a mim, mais do que suficiente.
  • É urgente prever nestes estatutos uma data para eleições no mês de Junho e não mais em Outubro. Pensei que essa alteração fosse proposta devido ao burburinho das últimas eleições e devido às posições pessoais de elementos da direcção nesse sentido (quase unanimemente subscritas aliás).
  • Confesso a minha ignorância sobre a real possibilidade de o fazer ou não, mas parece-me que seria uma boa altura para definir nos estatutos e como símbolo do clube o nosso hino.
Acima de tudo, é importante que as pessoas leiam a proposta, que aproveitem a reunião para tomarem a palavra para tentarem esclarecer as suas dúvidas e que posteriormente contribuam com propostas para melhoramento dos estatutos.

Não faltem, hoje joga-se o futuro do Benfica!

segunda-feira, 22 de março de 2010

À Lei da Bola - Pedro Ribeiro vs Marques Lopes

Um conselho a Christian Rodriguez



Christian Rodriguez, já que jogas no clube da organização e da estrutura, o tal que demonstra vezes sem conta solidariedade entre todos os elementos do grupo, paixão, carinho e demais actos de amor, tenho um conselho para ti:




ok?

Análise Individual ao jogo Benfica - Porto

Análise à prestação individual dos jogadores que actuaram no jogo Benfica 3 - Porto 0 da final da Taça da Liga, disputada ontem no Estádio do Algarve.

Quim (7) - Pouco trabalho, o que teve resolveu de forma eficaz e sem sobressaltos. Parece estar a atravessar um período de grande confiança, o que pode ser importante nesta recta final da época.

Fábio Coentrão (8) - Começa a ser difícil encontrar um jogo do português que não corresponda às expectativas. Uma vez mais em grande nível, com uma única falha defensiva logo a abrir a partida. Daí para a frente, muito acerto defensivo e um pulmão imenso para apoiar o ataque. Ninguém diria que jogou como jogou ainda na 5ª feira em Marselha.

David Luiz (8) - Super eficaz defensivamente, exuberante no ataque... teve um lance na 2ª parte só ao alcance dos predestinados, arrancando a partir da lateral para um remate muito perigoso depois de passar por dois adversários de forma brilhante. Uma força da natureza, e que sente imenso no clube. Acabou a celebrar com uma t-shirt que foi pedir aos No Name Boys...

Luisão (8) - Não passa nada pelo internacional brasileiro, sempre muito em jogo e sempre acertivo. É um pilar em campo, tanto tactica como mentalmente... imprescindível!

Maxi Pereira (7) - Bom jogo do lateral uruguaio, secando por completo o seu colega de selecção (como sempre acontece neste duelo particular, aliás) e formando com Amorim uma dupla que voltou a dinamizar a ala direita do Benfica.

Airton (9) - Que grande jogo do brasileiro, fazendo esquecer Javi Garcia, que se sentou no banco. Com uma personalidade muito forte em campo, encostando nos adversários e não dando espaços, ganhou todos os duelos e deu a bola sempre jogável aos companheiros. Joga simples, de forma clarividente e normalmente sem falta... um regalo!

Di Maria (6) - Dos jogos menos bons de Di Maria dos últimos tempos, acusando alguma fadiga que é natural num jogador que não tem sido poupado jogo nenhum, e que joga sempre de prego a fundo. Ainda fez um bom remate para defesa de Nuno, e algumas arrancadas pelo seu flanco que desestabilizaram primeiro Miguel Lopes, e depois Fucile. Ainda assim, longe do que tem feito.

Carlos Martins (9) - Tremenda partida de Carlos Martins, que confirma jogo após jogo a grande forma em que se encontra. Decisivo no aperto do cerco ao meio campo portista, vagueando muito entre Di Maria, Amorim e a linha mais recuada de Airton, oferecendo soluções de passe e fazendo rolar a bola com eficácia. Marcou de forma magistral o 2-0 num livre directo superiormente marcado.

Ruben Amorim (9) (melhor em campo) - Outro jogador que se encontra numa forma absolutamente espantosa. Encheu o campo com a sua classe e técnica, desbloqueando vários confrontos a meio a campo a favor do Benfica, marcando um golo e oferecendo outro a Cardozo, depois de ter atirado ao poste. Formou novamente uma grande dupla com Maxi no lado direito, e ainda se aventurou para zonas mais centrais e mesmo na esquerda quando a equipa precisou, demonstrando grande vontade e um sentido táctico perfeito.

Pablo Aimar (5) - Jogo apagado de Aimar, que se resumiu a 2 ou 3 arrancadas em direcção à defesa adversária, quase sempre sem grandes consequências. Correu e lutou muito, fez uma pressão bastante boa sobre os adversários, mas andou claramente perdido num campo que Carlos Martins dominava totalmente. A coexistência dos dois parece tê-lo prejudicado.

Alan Kardec (7) - Bom jogo do brasileiro, agora actuando a titular. Nunca respondeu a nenhuma das inúmeras provocações e até agressões de que foi alvo, e além disso lutou sempre muito pela posse de bola, que soube proteger e utilizar para criar perigo. Criou o lance do 2º golo, e teve mais alguns lances dignos de registo, inclusivamente tentando o desequilíbrio a partir da esquerda. Tem exibido características muito interessantes.

Saviola (6) - Entrou para o lugar de Aimar, e devolveu à equipa o habitual estilo de abordar o jogo ofensivo. O Benfica passou a jogar ainda mais em cima do Porto, e foi criando as habituais linhas de passe nos dois flancos e à entrada da área. Combinou bem com Amorim na jogada do 3º golo.

Ramires (6) - Com o jogo decidido, fez praticamente só um papel de bloqueio do meio campo ao lado de Airton, função que cumpriu com a dedicação e eficácia que lhe são habituais.

Cardozo (6) - Ainda entrou a tempo de entrar na festa, marcando um golo, sofrendo as habituais agressões de Bruno Alves e ganhando alguns lances de cabeça à defensiva portista.

Benfica 3 - 0 Porto - Crónica

Fantástico, exuberante, esmagador, sublime... assim foi o Benfica de ontem, na primeira final da época que disputou, batendo sem apelo nem agravo o Porto por 3-0, na final da Taça da Liga. O Benfica, em clara gestão de esforço, foi demais para o seu adversário e venceu de forma inequívoca, e pela segunda vez consecutiva, este troféu.

O onze escalado por Jorge Jesus foi o seguinte: Quim, Fábio Coentrão, David Luiz, Luisão, Maxi Pereira, Airton, Di Maria, Carlos Martins, Ruben Amorim, Aimar e Kardec. A equipa nunca procurou acelerar muito o ritmo, até porque viu claramente que o seu futebol lhe permitia dominar o encontro sem corridas desenfreadas. É já uma marca da maturidade competitiva que a equipa atingiu, já não sentindo uma sôfrega necessidade de dar tudo por tudo durante os jogos para os controlar, evitando assim desperdícios energéticos que podem ser fatais em jogos posteriores.

O jogo começou bem para o Porto, com Rodriguez a obrigar Quim a uma defesa apertada. Juntamente com um lance de Falcao ainda na primeira parte, foi o único lance de perigo do Porto em toda a partida. Praticamente na resposta, Ruben Amorim remata de longe e à figura de Nuno, que dá um frango monumental e permite ao Benfica adiantar-se no marcador. E uma vez mais, o Benfica marcando primeiro não dá a mínima hipótese ao adversário de recuperar no jogo. Apesar de ceder o domínio territorial ao Porto, muito por culpa da ausência de Saviola que assim não permitiu ao Benfica desequilibrar mais vezes em terrenos mais adiantados, os momentos defensivos foram todos impecavelmente geridos. Faltou mais acutilância no ataque, mas ainda assim sobretudo Carlos Martins e Ruben Amorim foram garantindo pressão contínua sobre o meio campo defensivo do Porto.

O avançado mais perigoso do Porto foi sempre Jorge Sousa, o árbitro da partida. Com a parcialidade angustiante que lhe é reconhecida, foi limitando o jogo assinalando faltas a meio campo com o critério que se lhe conhece, anulando ataques ao Benfica e promovendo ataques portistas da forma que lhe convinha, poupando amarelos e vermelhos a jogadores do Porto, mesmo em agressões mais que evidentes como foram as de Bruno Alves e Raul Meireles, por exemplo. O critério foi tão evidente, que rapidamente amarelou Ramires por cortar um contra-ataque na 2ª parte, mas em situação semelhante e apenas cinco minutos depois, poupou Meireles à mesma sanção.

Mas regressando ao primeiro tempo, foi com naturalidade que o Benfica chegou ao 2-0. Livre directo superiormente marcado por um inspiradíssimo Martins a por um ponto final na discussão do jogo, se é que isso esteve alguma vez em discussão tamanha a superioridade benfiquista. O Benfica voltou para a 2ª parte ainda mais relaxado, mas podia ter marcado logo nos instantes iniciais. Focou-se mais na gestão da posse de bola, com o triângulo Airton, Carlos Martins e Ruben Amorim em enorme destaque, omnipresentes em campo e distribuindo sempre bem a bola. Jogou-se quase sempre no meio campo portista, o que revela bem o sentido de jogo. Jesus lançou ainda Ramires, Saviola e Cardozo para os lugares de Carlos Martins, Aimar e Kardec, e o Benfica dominou ainda mais. Saviola no seu habitual papel de todo-o-terreno no ataque criou mais espaços para o aparecimento de Di Maria por exemplo, que acusou claramente algum desgaste físico.

Ainda houve tempo para o 3-0, numa combinação espectacular entre Ramires, Saviola e Amorim, que culminou num golo de Cardozo a fechar a contagem. Grande resultado sobre o principal rival interno do Benfica, garantido mais um troféu e festa rija para os benfiquistas que lotaram o Estádio do Algarve. A desproporção de adeptos foi evidente, cabendo aos benfiquistas pelo menos 80% da lotação do Estádio, comprovando o carácter verdadeiramente unificador do Benfica em Portugal, e o carácter meramente regionalista do Porto, sem expressão noutras regiões do país.

Do lado do Benfica houve novamente a destacar óptimas exibições, com Airton, Carlos Martins e Ruben Amorim à cabeça. David Luiz também foi um diabo à solta, tanto na defesa como em acções defensivas. Destacaria Kardec, numa luta difícil e desigual que travou com Bruno Alves, a dar água pela barba aos centrais portistas e conseguindo algumas arrancadas interessantes, protegendo sempre bem a posse de bola e abrindo espaços na defesa. Saiu totalmente esgotado.

Jorge Jesus acertou em cheio nas mudanças que promoveu, na estratégia de poupança do plantel e na gestão das emoções, como o comprova a altura em que o árbitro apitou para intervalo. Garantiu-se uma Taça sem por em causa os grandes objectivos da época, o que é notável. A vitória clara sobre o Porto é, quanto a mim, o sinal de que o futebol português pode estar a preparar-se para viver uma nova hegemonia. Saiba o Benfica gerir o seu sucesso...

Agora é preparar a equipa para o jogo crucial com o Braga. Força, Benfica!
Foto: SL Benfica

Santíssima Trindade - Obrigado Nuno


Olha eu também estou grato ao Espírito Santo!
Bendita Santíssima Trindade!



Obrigado Nuno, sua vitimazeca de indignação humilhação

JOGO EM CHAMAS Benfica 3 - 0 Porto Final Carlsberg Cup

Sport Lisboa e Benfica 3 - 0 Futebol Clube do Porto
Final Carlesberg Cup ( Taça da Liga )
21 - 03 - 2010




Crónica

Fantástico, exuberante, esmagador, sublime... assim foi o Benfica de ontem, na primeira final da época que disputou, batendo sem apelo nem agravo o Porto por 3-0, na final da Taça da Liga. O Benfica, em clara gestão de esforço, foi demais para o seu adversário e venceu de forma inequívoca, e pela segunda vez consecutiva, este troféu.

domingo, 21 de março de 2010

Venha de lá o caneco!

A menos de 4 horas da final da taça da liga, intensifica-se o ambiente, típico destes grandes jogos.
O Benfica não tem muito perder. Se vencer, faz jus à sua situação de favorito e melhor equipa até agora da prova. Se perder, não há motivos para desanimar, visto que domingo recebemos o S.C. Braga em condições de dar a estocada final no nosso maior adversário, e finalmente poder dar inicio a uma maior rotatividade do plantel e desfrutar do prazer de estar com 6 pontos de avanço sobre o 2º classificado.

Já o Futebol Clube do Porto, não pode encarar a prova na mesma perspectiva. Parece natural reconhecer que desde o início desta competição, toda a estrutura dirigente do FCP desvalorizou, ridicularizou, e não teve vergonha em retirar mérito a Setúbal e Benfica, vencedores da anteriores edições da prova. Porém, dada a péssima temporada que estão a realizar, vencer esta competição, além de poder juntar mais um caneco ás suas conquistas, podem ferir de orgulho o seu eterno rival.
Tal como já havia escrito anteriormente ( aqui ) :

 "Ao Benfica cabe-lhe, em pleno Estádio do Algarve, demonstrar a Jesualdo Ferreira, Pinto da Costa, Christian Rodriguez, Álvaro Pereira, Tomas Costa, Fucile e demais elementos provocadores, que muito mais importante que a taça que ali se disputa...  é a dignidade! E será com essa dignidade, que conseguiremos vencer mais este troféu e provar a esses choramingas, que além de serem vítimas de indignação, serão também vítimas de humilhação! EU ACREDITO!"


Força Benfica, e dá-nos o prazer de poder juntar mais esse troféu ao nosso extenso e glorioso palmarés!

Factos e Protagonistas - Recordar Marselha




Por Fernando Seara - crónica semanal no jornal "a bola"

1 O grito de afirmação internacional desta equipa do Benfica ecoou no Vélodrome e estendeu-se à Europa inteira. Foram 90 minutos de Benfica à Benfica. De tenacidade e de raça. De força feita de convicção, coragem, classe e sofrimento. De muitos e muitos predicados, todos eles devidos e todos eles merecidos pelo grupo de trabalho que honra o emblema, dignifica o clube e distingue Portugal. Diz-se que o Marselha jogou pouco. Seria melhor observar que jogou na estrita medida em que os jogadores e a estratégia do Benfica o deixaram jogar. E isso faz esta época toda a diferença relativamente a passados recentes. Não apenas a categoria dos jogadores. Mas a ideia de jogo interiorizada, os mecanismos assimilados, a confiança de cada um e em todos os outros, o conhecimento do que se pode e deve fazer, o cumprimento escrupuloso do seu papel. E, concomitantemente, o estudo do adversário, a preparação de cada jogo com minúcia e cuidado, tudo feito com a humildade de quem sabe muito de futebol, não se ilude com ondas de entusiasmo nem tropeça na armadilha dos favoritismos fáceis ou das vitórias antecipadas. Este Benfica artista é também um Benfica operário, trabalhador, esforçado. Benfica de estrelas que no relvado não têm primazias nem galões. Defendem e atacam, jogam e disputam o jogo lance a lance, como se em cada jogo tivessem de demonstrar o que valem e conquistar o lugar que ocupam. Esperemos que, com tanta carga competitiva e tão pouco tempo de recuperação, exibam hoje, no Algarve, tudo o que já mostraram à exaustão saber e poder fazer. Sim, porque para uma grande equipa não há competições acessórias. Todas são principais. E todas são para ganhar. Esta é, definitivamente, a águia que nos leva a voar nas asas deste sonho que todos os benfiquistas merecem e perseguem.

2 Os mapas que apresentamos ajudam-nos a perceber a continuidade da participação de alguns clubes na Liga dos Campeões e a quase renovação anual no que respeita à Liga Europa. Na Liga dos Campeões, nos últimos anos e nestes quartos-de-final, encontramos habitualmente os grandes nomes do futebol inglês, mais o Barcelona e o Bayern Munique. E, este ano, deparamos com a intromissão do Inter, de José Mourinho, o CSKA de Moscovo e a presença gaulesa do Lyon e do Bordéus. Na Liga Europa, constatamos que nos últimos anos há uma constante renovação e que o Benfica, com duas participações nos quartos-de-final, é uma das marcas europeias com dupla referência. Agora, e face ao sorteio, o encontro com o Liverpool — que tem, nesta Liga Europa, a sua tábua de salvação competitiva na presente época — será quase que uma final antecipada, sem que ignoremos que o vencedor deste jogo vai disputar o acesso à final com o Valência ou o Atlético Madrid. Mas os quadros são bem elucidativos acerca da relativa estabilidade na Liga dos Campeões e a relativa renovação na Liga Europa. São também os milhões bem diferentes de uma e de outra competição a reflectirem-se na hierarquia das potências do futebol europeu.

3 Um apontamento de tristeza pelos acontecimentos de Alvalade que pelas más razões levaram o nome do nosso país aos noticiários desportivos. Sabemos bem que a violência no desporto é multifactorial e muitas vezes incontrolável pelas estruturas dos clubes e pela organização do espectáculo. E não se pode esquecer os acontecimentos de Madrid, igualmente tristes e reprováveis. Porém, o desforço nunca é justificável. Por isso, dos responsáveis leoninos só se poderiam exigir comportamentos pedagógicos que incutissem nos seus adeptos serenidade e bom senso. Ao contrário, a declaração de Salema Garção apelando ao ambiente de incomodidade na recepção do adversário e de Simão Sabrosa acabou por constituir mais um dispensável rastilho que poderá ter consequências disciplinares. Creio bem que as palavras do dirigente leonino não traduziram o seu pensamento. Muito menos as interpretações que delas se fizeram. Terá sido um deslize. Mas, convenhamos, foi uma intervenção que, decerto, não repetirá atentas as responsabilidades que exerce.

4 Um benfiquista do coração está a lutar pela vida. Com algumas cadeiras de distância, acompanhei-o em alguns jogos do Benfica. Vibrámos com as exibições desta época, enaltecemos a liderança de Luís Filipe Vieira, a perspicácia de Rui Costa e a sabedoria que se sente e pressente de Jorge Jesus. Agora que vamos defrontar o Sporting de Braga e o Liverpool gostava de o voltar a ver naquele estádio. Nestes dois jogos não será possível, acredito. Mas, meu caro comendador Horácio Roque, cá estaremos para um abraço vitorioso no final da Liga. Força comendador! 

sábado, 20 de março de 2010

Eis que chega a Taça da Liga

Está quase a chegar a hora da decisão final na Taça da Liga. Benfica e Porto vão disputar amanhã no Algarve o troféu, que começou por ser menosprezado de forma excessivamente ostensiva pelos azuis, mas que agora, ironia do destino, passou a revestir-se de vital importância para tentar mascarar uma época desastrosa para as bandas de Contumil.

Para o Benfica, esta taça continua a não ser uma prioridade. Desconfio que não existe um único benfiquista que reconheça realmente grande valor a esta Taça, mesmo depois do nosso triunfo no ano passado. É um facto que estamos perante uma competição de regulamentos que roçam o cómico, com uma estruturação da competição quase que a obrigar os clubes grandes a chegarem à final, e disputada, em períodos distintos, à pressão... com carradas de jogos a sucederem-se num curto espaço de tempo, como que a apressar a conclusão de algo que não é bem visto mas que infelizmente tem de se realizar.

Fracas assistências, demasiados casos regulamentares para discutir... fazem da Taça da Liga uma competição ainda sem aquele misticismo que cobre as competições importantes. Não consta sequer da lista de competições da FPF, o que equivale a dizer que nem estatuto oficial pode ter. Não serve para promover nenhuma equipa a um lugar europeu. Serve para quê, afinal?

Bom, o jogo de amanhã servirá apenas como preparativo para a grande festa que, espero, o Benfica vai fazer no final da época. Será o ensaio geral, para ver como estão as gargantas dos adeptos preparadas para fazer de Portugal o mais ruidoso país do Mundo em Maio. O ensaio geral para saber se a técnica do levantamento de taças está apurada no balneário, e se aguentam o esforço de uma volta olímpica pelo Estádio para se consagrarem. É uma espécie de jogo de pré-época, mas em vez de preparar a época desportiva, prepara a celebração de êxitos desportivos. Também é importante, reconheçamos.

O Benfica vai apresentar-se com apenas 72 horas de descanso depois da épica prestação que teve em Marselha na passada 5ª feira. Certamente haverão jogadores desgastados, algumas poupanças e uma atitude diferente em jogo. É que estamos a uma semana do jogo mais decisivo do campeonato deste ano, o jogo será arbitrado por um árbitro que conseguiu expulsar Cardozo em Braga sem que o paraguaio mexesse uma palha e contra uma equipa que está no auge da azia e do mau perder. São demasiados condimentos com potencial para condicionarem a preparação desse crucial Benfica - Braga que se disputa dentro de uma semana. Portanto, importante mesmo é ter cabeça, calma e ser Benfica. Acredito que mesmo com algumas segundas linhas e com precauções especiais para não forçar demasiado o ritmo e as emoções, podemos vencer o Porto.

Eu farei parte dos milhares de benfiquistas que amanhã estarão no Algarve para coroar uma vez mais esta fantástica equipa, no que será para mim uma estreia em deslocações fora do Estádio da Luz. Prometo levar a camisola talismã, a garganta em forma e uma grande vontade de comemorar no fim. Mesmo sendo uma Taça que a mim me diz pouco ou quase nada.

Vamos lá Benfica, amanhã ganhar o caneco e depois há uma semana para descansar e preparar o campeonato. Rumo à vitória!

Glorioso Relax # 3 - As deusas do Benfica

Porque a beleza do futebol não se restringe a ir a Marselha fazer história ou passar os dias a contar os minutos para os grandes jogos que se avizinham...Há muito mais que isso para ver... e apreciar. Glorioso Relax.














Veja as anteriores edições de Glorioso Relax aqui

A chama imensa - 'Welcome' to Algarve



'Welcome' to Algarve 

Por Ricardo Araújo Pereira - crónica semanal no jornal "a bola"

SENDO o Algarve praticamente solo inglês, tenho expectativas mais ou menos elevadas para a final da Taça da Liga. Todos sabemos o que acontece ao Porto quando tem de jogar em Inglaterra contra equipas que vestem de vermelho e branco. Provavelmente por isso, a Liga tomou medidas com o intuito de equilibrar o desafio: a nomeação de Jorge Sousa é um sinal claro de que se pretende um jogo bastante nivelado. Que diriam os portistas se um antigo elemento dos No Name Boys fosse nomeado para arbitrar uma final entre Benfica e Porto? Haveria certamente vigílias lacrimejantes e pungentes comunicados. Que dizem os benfiquistas quando Jorge Sousa é nomeado para arbitrar o jogo de amanhã? Encolhem os ombros. E dizem que o jogo de Marselha, com a arbitragem que teve, foi um bom treino para esta final. É assim que se chama público aos estádios: a maior parte dos Super Dragões vai assistir à partida na bancada, mas um deles terá o privilégio de ver o jogo mesmo no relvado. Ninguém pode acusar a Liga de não saber promover o espectáculo — que terá, aliás, outros motivos de interesse. Depois das escaramuças com José Lima, no intervalo do Sporting-Porto, e com Vilas Boas, no intervalo do Académica-Porto, com quem irá desentender-se o treinador-adjunto José Gomes no intervalo da final? Como é que os stewards da Luz conseguirão provocá-lo de forma infame a 300 quilómetros de distância? Quantos jogos de suspensão serão aplicados aos jogadores do Benfica que não agredirem ninguém, como aconteceu com Cardozo no Braga-Benfica (arbitrado por Jorge Sousa)? Tal como sucedeu no ano passado, irá algum portista sugerir que o Porto perca o jogo por falta de comparência, ou esta época já lhes apetece disputar este troféu? Que inquietação.

Foi uma excelente quinta-feira europeia para os portugueses: o Benfica passou aos quartos-de-final da Liga Europa e Simão Sabrosa também. Aconteceu, em todo o caso, um episódio triste: por uma daquelas coincidências inexplicáveis, dois dias depois de Salema Garção ter instigado os adeptos do Sporting a criarem um ambiente hostil ao Atlético de Madrid, vários sportinguistas apedrejaram os adeptos espanhóis. Quem diria? No entanto, tenho a certeza de que as pedras foram trazidas de Alcochete por sócios do Benfica, os mesmos que, naquele jogo decisivo do campeonato de juniores, atiraram pedras aos inocentes sportinguistas que nunca tinham visto um paralelepípedo na vida. Entretanto, Costinha parece ser o director desportivo de que o Sporting precisava: Sá Pinto tentou expulsar Liedson do clube e não foi capaz, mas Costinha mostrou mais talento e, ao que parece, conseguiu mesmo afastar definitivamente Izmailov. A generalidade dos directores desportivos tem a responsabilidade de recrutar jogadores para a equipa que dirige; no Sporting, compete ao titular do cargo expulsar os que lá estão. É, sem dúvida, um clube diferente.

Que azar teve o Marselha: no espaço de uma semana passou de equipa que, finalmente, mostrou ao Benfica o que era ter pela frente um adversário a sério, com excelentes jogadores de nível mundial, a equipa composta por coxos que, afinal, qualquer um eliminava. Quanto aos benfiquistas, apesar da liderança do campeonato, do melhor ataque, da melhor defesa, do melhor marcador e dos quartos-de-final da Liga Europa, continuam a não embandeirar em arco. Quem quiser saber o que é embandeirar em arco, leia o que se escreveu na semana em que o terceiro classificado ganhou ao Arsenal em casa com um frango e um golo à chico-esperto. Euforia ridícula é aquilo, como os factos viriam a demonstrar com alguma dureza.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Benfica Liverpool Adidas



A Liga Europa vai proporcionar um encontro de velhos amigos do continente europeu: Benfica e Liverpool. Duas equipas enormes, com um historial imenso e com uma falange de apoio nos seus países e fora deles absolutamente invejável. O Liverpool joga toda a época nesta eliminatória, visto que nas competições nacionais está fora da disputa de todas elas, restando-lhe por isso apostar tudo na Liga Europa. O Benfica está numa situação diferente, está em boa posição e quase obrigado a vencer o campeonato em Portugal, e essa continuará sem dúvida a ser a grande prioridade. Ninguém duvida que o Benfica jogará para ganhar a eliminatória, mas a Liga Europa não tem a mesma prioridade que para o Liverpool, nem de perto nem de longe. Porém, aquilo que pode separar, também pode unir, como é o caso do simples facto de ambas as equipas vestirem equipamentos da Adidas, e a possibilidade de no próximo ano terem equipamentos idênticos. Além do mais, o Benfica acabou de eliminar o Marselha, tradicionalmente um dos clubes que merece especiais atenções da marca, isto já depois de outras jóias da coroa terem sido eliminadas da liga dos Campeões: Real Madrid e ACMilan. Será por isso também um confronto entre dois dos maiores estandartes da Adidas esta época nas competições europeias, a qual se tem revelado um fracasso, pelo menos ao nivel de clubes presentes nesta fase das competições, onde num universo de 16 equipas, apenas 5 vestem adidas, estando 4 delas na Liga Europa.

Qual poderá ser para a Adidas o significado do confronto entre duas equipas tão significativas da sua marca? Confesso que nesta fase da competição, e com os méritos que sobretudo o Benfica tem exibido na Europa, é certamente uma afirmação do poderio desta marca no futebol mundial.

Este confronto entre parceiros da Adidas pode para o Benfica ter um significado especial. Ao regressar à alta roda do futebol europeu, o Benfica começa desde já a granjear atenções especiais por parte da marca que o poderão beneficiar no futuro, nomeadamente em atenções especiais com contratos e com o desenvolvimento de novos equipamentos que contrariem um pouco a tendência de chapa 5 que a adidas reserva para clubes mais pequenos. Convém recordar que na próxima época o Benfica celebrará os 50 anos da conquista da sua primeira Taça dos Campeões Europeus, e terá para essa efeméride a oportunidade de trajar um equipamento revivalista desse momento alto da gloriosa história encarnada. O retorno a dar à marca é importante, mais a mais porque poucos são os clubes que já tiveram direito a estas honras por parte da Adidas (Ajax, Real Madrid e Panathinaikos ).


Comparação dos dois equipamentos

Liverpool e Benfica

 vs


Bom, mas marcas e equipamentos à parte, esperemos que no início de Abril os Simão e Miccoli da actualidade voltem a deixar a nação benfiquista em êxtase. O nosso jogo adequa-se especialmente bem ao futebol inglês, temos uma equipa cujos valores igualam no mínimo os dos ingleses, e portanto há espaço para sonhar. Claro que o calendário do campeonato terá uma palavra a dizer, sobretudo havendo jogos tão decisivos nas proximidades dos quartos de final da Liga Europa, mas esse também era um problema que se colocava frente ao Marselha, e a resposta foi a que se viu...





A título de curiosidade, ficam os restantes equipamento do Liverpool da próxima temporada.


 

Para ver mais detalhadamente a explicação de como será a nossa próxima camisola principal, clique aqui

Análise Individual ao jogo Marselha - Benfica

Análise à prestação individual dos jogadores do Benfica que actuaram na vitória sobre o Marselha por 2-1, em jogo dos oitavos de final da Liga Europa disputado no estádio Velodrome, em Marselha.

Julio Cesar (6) - Noite de pouco trabalho, com episódicas bolas paradas para resolver. No lance do golo francês, podia ter feito melhor provavelmente, mas perante a total desagregação da defesa nesse lance, poucas culpas se lhe poderão imputar.

Fábio Coentrão (9) - Jogo praticamente perfeito do caxineiro, revelando-se cada vez mais como um lateral muito completo. Com uma predisposição ofensiva tremenda e que muito ajudou o Benfica a pressionar o Marselha no seu meio campo, esteve sempre bem na defesa, antecipando-se aos opositores que caíam no seu flanco. Uma noite memorável de um jogador que se afirma cada vez mais como um valor de top mundial.

David Luiz (8) - Grande jogo do brasileiro, com uma única falha. Num lance que podia ter resolvido facilmente, acabou por entregar a bola de forma displicente ao adversário, perto da grande área. De resto, uma exibição fantástica, cheia de coração, técnica e concentração. Foi sempre o primeiro jogador a levar a bola para a frente, fazendo-o com especial virtuosismo.

Luisão (9) - A simplicidade de processos, a experiência e a visão de jogo fazem dele um central de top. Sempre bem no um para um, muito bem a ler o jogo e a tapar espaços concedidos por outros colegas. Faltou apenas um golo, algo que até podia ter acontecido na 2ª parte. Já faz parte da imortal história do Benfica, e está no bom caminho para reforçar a sua marca.

Maxi Pereira (9) (melhor em campo) - Não leva nota máxima porque teve novamente a cair no seu flanco Brandão, que deu água pela barba nomeadamente em lances aéreos. Mas mesmo assim, o avançado do Marselha raramente teve êxito nas suas acções. Super seguro a defender, foi uma locomotiva imparável a dar profundidade ao flanco direito. O golo que marcou, de raiva, permitiu ao Benfica reentrar na disputa da eliminatória e coroou mais uma grande exibição. Os marselheses certamente nem o podem ver à frente, por estes dias...

Javi Garcia (9) - Beneficiou imenso da estratégia de Jesus para este jogo, que bloqueou o meio campo do Marselha bons 20 metros mais atrás do que o que havia acontecido na Luz. Javi jogou assim solto, com tempo e espaço para poder fazer as adequadas coberturas defensivas e para permitir à equipa engrenar na construção de jogo logo a partir dos seus pés. Uma noite grande do espanhol.

Ramires (8) - Muito menos vistoso que os seus colegas de meio campo, mas de uma utilidade tremenda. O fulgor físico permitiu-se ocupar praticamente dois lugares durante todo o jogo, virtualizando assim uma situação de superioridade numérica do Benfica. Mais encostado à direita na primeira parte, declaradamente mais próximo de Javi no tempo complementar, foi de uma eficiência impressionante em todos os processos.

Di Maria (8) - Uma exibição que podia ter sido perfeita, acaba por sair manchada pelos inúmeros golos cantados que falhou. Tem de melhorar, a este nível são falhanços que podem custar muito caro. De resto, foi desequilibrador, uma autêntica dor de cabeça para o lateral direito do Marselha Bonnart, e foi um diabo à solta quando passou a jogar um pouco mais adiantado no terreno com a entrada de Aimar. Melhorasse a finalização, e talvez a eliminatória tivesse ficado resolvida sem grandes sobressaltos bem mais cedo...

Carlos Martins (9) - Estrondosa exibição de Martins em Marselha. Alinhando de início, cumpriu muito bem o duplo papel de organizador de jogo e tampão no meio campo, sendo um dos grandes responsáveis pela fraquíssima produtividade do meio campo adversário. Excelente na ocupação de espaços, tacticamente irrepreensível, foi também capaz de emprestar à equipa aquele seu jeito enérgico de se exibir. Saiu ligeiramente tocado, mas nem com o pé em gelo deixou de comemorar efusivamente os golos. Raça e querer!

Saviola (6) - Exibição pouco conseguida do argentino, raramente eficaz com a bola nos pés. Falhou um golo feito na 2ª parte, mas de qualquer forma cumpriu um papel táctico fulcral, colando-se a Cissé e não deixando o trinco do Marselha respirar. Graças a isso, o Benfica asfixiou o adversário e jogou 20 metros mais adiantado. Mesmo não jogando bem, foi fundamental...

Cardozo (7) - Mais um bom jogo do paraguaio, forte no pressing e na visão de jogo aliada à capacidade de passe que tem. Apesar disso, está algo em baixo na confiança quando toca à rematar à baliza, ora atacando mal os lances, ora definindo-os mal. Mas nos restantes itens do seu jogo, exibição claramente positiva.

Aimar (8) - Grande entrada em campo do argentino, aproveitando o desgastado e desmotivado meio campo francês para despedaçar o que ainda restava de pé. Acelerou imenso as transições ofensivas da equipa, fez um punhado de bons passes e assustou sem dúvida o adversário. Oxalá esta subida de rendimento se confirme nos próximos jogos, era muito importante nesta recta final da época.

Alan Kardec (8) - O herói da eliminatória, entrou a escassos minutos do fim e pouco tocou na bola. Mas aos 91 minutos, numa bola perdida na grande área do Marselha, atirou a contar e apurou o Benfica. Um tiraço de ângulo desfavorável impossível de defender por Mandanda. Muita crença e atitude, com um prémio mais que justo para um jogador que tem mostrado imenso orgulho em vestir a nossa camisola.

Miguel Vitor (6) - Entrou e nem tocou na bola. Substituição para queimar tempo, apenas e só.

Benfica vs Liverpool - Que se faça história!

Dia 1 de Abril e posteriormente dia 8 defrontamos o Liverpool para a Liga Europa.
Importam-se de fazer história outra vez?



EU ACREDITO
FORÇA BENFICA!!!

Se as casas de apostas o dizem, eu também acredito!

Já desde a fase de grupos que as casas de apostas olhavam para o Benfica como potencial favorito à conquista da prova, porém, nunca era colocado no lote das 3 principais favoritos.
Neste momento, quando apenas sobram 8 equipas, as casas de apostas começam a encarar o Benfica finalmente como um claro favorito.
A distância que o separa do 1º e 2º, demonstra bem o potencial que tem em vencer esta prova, e assumindo esta tabela como referencial, parece claro que evitando Liverpool ou Valência na próxima fase, o Benfica tem claras condições para chegar às meias finais e consequentemente à final.







Se amanhã a sorte estiver do nosso lado, talvez possamos ter um sorteio deste género:

Liverpool - Valência

Sport Lisboa e Benfica - Standard 

Hamburgo - Wolfsburg

Atlético - Fulham

Eu fico a torcer por isto, mas parece-me que neste momento, serão os nossos adversários que terão que nos temer.
A presença numa final europeia torna-se cada vez mais real, e apesar de ainda faltarem duas eliminatórias para lá chegarmos, eu acredito que Jorge Jesus será capaz de nos proporcionar esse prazer!

Força Benfica