Jesus começou por errar claramente no escalonamento da equipa, numa gaffe difícil de entender. Digo que é difícil de entender porque não só eu como a generalidade da crítica (Benfiquista ou exterior) estava a ser unânime em considerar que o Benfica estava a ser muito mais consistente naquela espécie de 4-3-3 que foi exibindo. Não só ofensivamente, como também defensivamente conseguiu ser mais consistente nesta táctica. E que fez Jesus no primeiro jogo a sério? Talvez temendo a batalha do meio campo, apostou no 4-1-3-2 da época passada, táctica com aparições muito sombrias na pré-época. Mas houve mais um equívoco, também difícil de perceber porque a generalidade da crítica também foi unânime em reconhecer: da mesma forma que Airton estava a ser inquestionável no 4-3-3, Javi Garcia apesar do menor fulgor físico marcou sempre uma diferença qualitativa positiva no 4-1-3-2. E que fez Jesus? Lançou o brasileiro.















