Popular Posts

BenficART

Para aceder aos melhores wallpapers, avatars, vídeos e relatos do Benfica! Tudo o que sempre quiseste encontrar, tudo o que idealizaste!

Chama Gloriosa Chalkboard

Rubrica onde iremos analisar lances, jogadas ou momentos dos jogos do Benfica que, apesar de importantes, passam normalmente despercebidos a um olhar menos atento.

Artigos de opinião

Voz aos escribas do Chama Gloriosa, para se pronunciarem sobre os mais diversos assuntos relacionados com o clube. Sempre com a acutilância, independência e fervor Benfiquista que nos caracterizam.

downloads

Aqui vais encontrar jogos de todas as modalidades e os mais diversos programas de televisão sobre o Benfica. Não fiques fora de jogo e recorda tudo o que gravita à volta do nome Benfica!

Glorioso Relax - As deusas do Benfica

Cansado da rotina? Farto de maus resultados? Faz frio? Chove? Nada como espairecer e consolar a vista, com as gloriosas deusas deste espaço!

Análises adversários

Se não conheces a equipa que vai jogar contra nós no próximo jogo, não desesperes! Temos pronto para ti um resumo da informação mais relevante sobre o adversário!

Canto dos convidados

Todos os meses um convidado benfiquista vai dar voz à sua alma gloriosa e partilhar a sua perspectiva sobre os mais variados temas .

Mostrar mensagens com a etiqueta Jogo em chamas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jogo em chamas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Trabzonspor 1 - 1 Benfica 3ª pre eliminatória LC Jogo em chamas


Trabzonspor 1 - 1 Benfica  (1-3)

3ª pre eliminatória da Liga dos Campeões ( 2ª mão)

03 - 08 - 2011




Crónica phant

O Benfica viajava até à Turquia com o pássaro nas mãos e a verdade é que a lógica prevaleceu e a eliminatória nunca esteve em perigo. Perante a anunciada - mas não concretizada - invasão Bordo-Mavililer a Istambul, Jorge Jesus fez avançar Nolito e Witsel para o "onze", deixando Cardozo e o lesionado Enzo Pérez de fora. A estratégia era clara e até a organização foi diferente: recuar linhas com a equipa mais compacta em 4x2x3x1, ter zonas e momentos bem definidos para pressionar e potenciar saídas rápidas para o ataque, aproveitando a mobilidade e velocidade de elementos como Aimar, Saviola, Gaitán e Nolito para fazer um golo e acabar de vez com a eliminatória.

A lição estava, de facto, bem estudada e os encarnados mostraram isso mesmo logo nos primeiros minutos. A equipa dava mostras de saber muito bem o que queria do jogo e quando à passagem do minuto cinco Saviola atirou por cima após boa jogada colectiva, já os benfiquistas tinham a sensação que a noite ia ser tranquila. E a verdade é que o foi. Os turcos tinham pouco espaço para atacar, e o Benfica, apesar de mais retraído, ia criando as melhores oportunidades. Não constituiu, por isso, surpresa, o golo da equipa encarnada. Numa bola parada - lançamento lateral - batida de forma rápida, Emerson descobriu Saviola solto na área e este assistiu o espanhol que rematou enrolado mas fora do alcance de Tolga. Estava feito o golo que a equipa tanto procurava e a tarefa do Trabzonspor ficava agora bastante mais complicada. A equipa turca, porém, não se amedrontou e pouco depois conseguiu mesmo igualar a partida pelo brasileiro Paulo Henrique que, solicitado por Celutska na esquerda atirou a contar perante a saída do impotente Artur. Esperava-se que o golo fizesse crescer os da casa, mas foi o Benfica a continuar no seu registo pausado e seguro e enquanto a partida se aproximava do intervalo a grande oportunidade foi mesmo de Nico Gaitán, que solto na meia direita acabou por colocar a bola junto às malhas laterais. A noite não era do argentino.

Sem arte nem engenho, o Trabzonspor regressou para o segundo tempo sem grande chama e foi o Benfica a estar, novamente, melhor. Grande jogada de Aimar na meia direita, cruzamento atrasado e Nolito, de primeira, a atirar forte para Tolga responder com uma excelente defesa. Estava dado o mote para o que seria uma segunda parte mais que tranquila. Adrian Mierjezewski foi expulso por agressão a Maxi Pereira e pensava-se que o segundo golo do Benfica iria surgir mais cedo ou mais tarde. Era só uma questão de concentração e eficácia no aproveitamento das oportunidades que, inevitavelmente, iriam surgir. Gaitán teve por duas vezes o golo nos pés, não tendo revelado, porém, discernimento suficiente para introduzir a bola na baliza. Já com Jara e Matic em campo, o Benfica mantinha o jogo completamente controlado, tentando explorar da melhor forma os espaços concedidos pela equipa adversária. As oportunidades, essas, iam aparecendo naturalmente com as águias a demonstrarem uma tremenda ineficácia em frente à baliza. Relaxamento a mais, num jogo que estava fácil e convidava a jogadas com nota artística, em detrimento da eficácia. Até ao final, tudo na mesma: o Benfica desperdiçava e o Trabzonspor sobrevivia. Destaque, aos 79 minutos, para um remate à barra de Witsel, a concluir uma excelente jogada entre Franco Jara e Nemanja Matic. O Benfica saía de Istambul com um empate a uma bola e presença garantida no "play-off" de acesso à fase de grupos da Champions League, num jogo em que poderia - e deveria - ter feito mais golos.

Nota positiva para Axel Witsel que encheu o meio-campo com a sua capacidade de passe e de recuperação, constituindo-se como um dos melhores jogadores da partida, e também para Nolito que voltou a decidir com um golo, provando que potenciar o (bom) momento emocional dos jogadores é de facto importante e inteligente. Do outro lado da moeda, esteve Nico Gaitán. O argentino até esteve bastante em jogo, mas não pareceu de todo focado e já é bem conhecida a sua tendência para baixar os níveis de concentração quando as partidas estão fáceis. Ficou ligado ao golo turco (tal como Luisão e Emerson) e perdeu algumas oportunidades claras de golo que certamente irritaram os adeptos, não sendo, no entanto, uma exibição que deva preocupar demasiado. Em suma, obrigação cumprida seguindo-se o "play-off" de acesso à Champions League, ainda sem adversário conhecido. Venha quem vier, chegar à fase de grupos é o que todos ambicionamos.



video com resumo Trabzonspor 1 - 1 Benfica


relatos dos golos do jogo Trabzonspor 1 - 1 Benfica

Relato golo Nolito 19 minutos
http://www.box.net/shared/23dv71bj6moekn27cv17




fotos da partida



















capas jornais






segunda-feira, 20 de setembro de 2010

JOGO EM CHAMAS Benfica - Sporting 5ª jornada


Sport Lisboa e Benfica 2-0 Sporting Clube de Portugal

5ª jornada Liga ZON SAGRES

19 - 09 - 2010







Crónica:


Noite de gala na Luz para o primeiro derby da época. O Benfica a precisar de pontos com urgência, entrou claramente pressionado no jogo, e soube lidar com essa situação. Jesus surpreendeu ao colocar Peixoto em campo, para o lugar de defesa esquerdo, adiantando Coentrão para o meio campo. E aí ganhou o jogo.










Com Coentrão a jogar mais adiantado, Jesus conseguiu que o jovem português emprestasse ao Benfica a dinâmica que Di Maria dava na época passada, passando o jogo em constante vaivém entre a defesa e o ataque. Com Peixoto a cumprir com grande acerto as suas tarefas defensivas, o Benfica exibiu finalmente um esquema táctico perfeitamente definido e automatizado, situação virgem esta época. Outra importante reaparição (fundamental, mesmo) no jogo com o Sporting, foi a da pressão alta. Finalmente o Benfica esta época conseguiu voltar a pressionar o último reduto da equipa adversária do princípio ao fim do jogo, e foi por aí que o castelo de cartas do adversário começou a ruir, com estrondo.

A atitude e a vontade de vencer dignificaram a imagem dos campeões em título, homenageados antes do início da partida com a entrega do Troféu da Federação Portuguesa de Futebol. Fizeram jus às quinas que envergam, e premiaram o apoio entusiástico que receberam das bancadas nesta belíssima noite de futebol.

A entrada forte do Benfica foi decisiva. Primeiro de tudo, porque rapidamente chegou à vantagem, mas também pelo facto de ter deixado bem claro ao adversário que não ia ter hipóteses. Com efeito, quando Cardozo apontou o primeiro golo da partida, já tinha visto o poste negar-lhe um golo certo no quarto minuto, e já tínhamos observado uma jogada confusa na área do Sporting na sequência de um lance de bola parada, que podia perfeitamente ter tido outro destino. Foi, portanto, uma asfixia total desde que começou o desafio. O Sporting, com executantes pouco mais do que medíocres, sucumbiu à pressão altíssima feita por Cardozo, Saviola, Coentrão e Martins (sobretudo estes). O Benfica recuperou muitas bolas em fases muito iniciais da sua transição defensiva, o que lhe permitiu manter um domínio absoluto durante toda a partida.

Na segunda parte, com a substituição forçada de Aimar ao intervalo, Jesus lançou Amorim para o lado direito do meio campo, e colocou Martins a 10. E Martins nessa posição começou a jogar ainda melhor, ao mesmo tempo que no lado direito Amorim deu maior qualidade, sobretudo nas movimentações defesa-ataque e ataque-defesa, interrompidas apenas por alguns lances infelizes de quem parece por vezes andar distraído em campo.

Com a segunda parte veio o segundo golo da partida, um golaço de Cardozo (o melhor em campo, pelos golos, pelo que jogou, pelo que fez jogar, pelo que pressionou), e podiam ter vindo muitos mais. Logo a seguir ao 2-0, o Benfica executou um lance perfeito de contra-ataque, com Saviola a delinear uma jogada fantástica, Amorim de primeira a cruzar rasteiro para a área, com Coentrão a finalizar para uma óptima defesa de Rui Patrício. Teria sido um grande golo, assim ficou só o registo daquela que foi a melhor jogada de futebol deste ano.

O Sporting só por uma vez assustou, com Liedson a aproveitar uma falha incrível de Ruben Amorim, mas sem conseguir marcar. E até ao final, foi sempre o Benfica a estar mais perto da goleada do que o Sporting de reduzir. Cardozo podia ter feito mais golos, e o desnorte do Sporting nesta fase patenteava-se tanto no domínio avassalador do Benfica, como também pelas opções tácticas de Paulo Sérgio, que ao tentar jogar o tudo por tudo, abdicou do meio campo para apostar em atacantes... sem proveito algum, como seria de esperar.

Foi uma vitória fundamental, porque o Benfica não pode perder mais pontos. E foi também importante da forma como foi conseguida. À Benfica, com a matriz de jogo do ano passado, com grande pressão sobre o adversário, com enorme vontade de vencer, com organização, com qualidade... nem mais uma medíocre arbitragem pôde fazer algo contra este Benfica. Assim sim, gosto!

Conferência de imprensa de Jorge Jesus






Resumo do jogo (com som ambiente) :





Relatos golos :

Benfica 1 - 0 Sporting - Cardozo - 13min

Benfica 2 - 0 Sporting - Cardozo - 50min


Fotos do jogo

























Benfica's Oscar Cardozo, right, from Paraguay, follows his shot scoring the opening goal against Sporting during their Portuguese league soccer match Sunday, Sept. 19 2010, at Benfica's Luz stadium in Lisbon.










































Capas dos Jornais