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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Liga de Futebol 12/13 - 11ª Jornada: Jogo Sporting-Benfica para download



SPORTING - BENFICA

Liga de Futebol 2012/2013
11ª Jornada
Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 105 kb/s (52/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1675 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000




1ª Parte
http://www.putlocker.com/file/BBED4B937F2CA999
http://www.putlocker.com/file/397B5C5A60536350

2ª Parte
http://www.putlocker.com/file/5388BB90A511AFAD
http://www.putlocker.com/file/52F511C7CD7635E0
 

 Entrevistas
http://www.putlocker.com/file/00C73856C7B0EA9F


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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Liga dos Campeões 12/13 - 6ª Jornada: Jogo Barcelona-Benfica para download



BARCELONA - BENFICA

Liga dos Campeões 2012/2013
6ª Jornada

 
Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 108 kb/s (54/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1750 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000



 
1ª Parte
http://filecloud.io/32g04uel

2ª Parte
http://www.putlocker.com/file/06D8E9066647E0FB
http://www.putlocker.com/file/EB01F382FC1B3B75

 
 
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Barcelona vs Benfica: a maldição do «Wankdorf» e a conquista de Berna

FOTOGRAFIA: EFE
Quando a maldição do «Wankdorf» e a tenacidade dos jogadores «encarnados» lograram ao Benfica a primeira Taça dos Campeões Europeus da sua história. Não perca, esta quarta-feira pelas 19:45, o decisivo jogo entre Barcelona e Benfica a contar para a fase de grupos da Liga dos Campeões.

1 de Junho de 1961, Lisboa. Eram quase 19 horas e a expectativa na sala era grande. Excepcionalmente, a Rádio Televisão Portuguesa começava a sua emissão mais cedo a fim de transmitir uma reportagem em directo de um acontecimento inédito e bastante especial. No dia anterior, no Wankdorf Stadium em Berna, uma bravíssima equipa do Benfica tinha colocado o futebol português no topo da Europa ao vencer o Barcelona na final da Taça dos Campeões Europeus por três bolas a duas. Essa brilhante equipa «encarnada» chegava ao aeroporto de Lisboa pouco depois das 19 e 30.

31 de Maio de 1961, Berna. Após um período de bastante frio, o bom tempo voltara à cidade mesmo a tempo da tão aguardada final. Benfica e Barcelona defrontavam-se num «Wankdorf» que se esperava lotado, tal como acontecera anos antes na final do Mundial de 1954 perdida pela Hungria de Puskas e Hidkeguti frente à Alemanha Ocidental por… três bolas a duas (ah, as coincidências). Coincidências? Sim. À altura, duas das principais peças daquela fabulosa geração húngara – campeã olímpica em 1952 e vice-campeã do mundo em 1954 – jogavam precisamente no Barcelona e davam pelo nome de Kocsis e Czibor. Para eles, como se veria no final, a maldição do «Wankdorf» continuava bem viva e até parecia querer rir-se deles.

 Os blaugrana, era reconhecido por todos, possuíam um ataque fabuloso. Dispostas num «WM» que na altura já ia dando lugar a um mais vulgar «4-2-4», das onze peças do conjunto espanhol destacava-se o quinteto ofensivo que perfazia o «W». Kocsis, o interior direito, era quase um avançado, fazendo lembrar os anos dourados da Hungria 54 devido às constantes combinações com o brasileiro Evaristo, emulador do papel de Hidkeguti como – quase - «falso 9». Nas alas do ataque, os húngaros Kubala e Czibor partiam da direita e da esquerda respectivamente, desbaratando qualquer defesa e abrindo espaço para as incursões do maestro Luis Suarez, o interior esquerdo da equipa que, já era público, sairia do clube no final da época para jogar no Inter de Milão, pagando os italianos… 25 milhões de pesetas.

O Barcelona era, por estas e por outras, tido como o grande favorito; estas, sim, porque o ataque era, como se disse, verdadeiramente fabuloso; outras, também, porque após cinco títulos consecutivos o Real Madrid tinha finalmente caído na prova num apaixonante duelo com esta equipa nos quartos-de-final e isso era, só por si, um feito irresistível. Assim, quando o jogo se iniciou e a prática pareceu querer confirmar a teoria na perfeição ninguém se mostrou surpreendido. Os catalães, fazendo uso da notável mobilidade do seu ataque, imprimiram ao jogo uma toada verdadeiramente arrasadora que lançou o pânico no sector mais recuado da equipa portuguesa. As chances de muito perigo acumulavam-se e o massacre blaugrana nos vinte minutos iniciais culminou fatalmente em golo, apesar dos valiosos esforços de Mário João (em cima da linha) e Costa Pereira no evitar da festa espanhola. O maestro Luis Suarez cruzou para o segundo poste e Kocsis – talvez um dos melhores cabeceadores de todos os tempos – fez o de sempre para colocar o Barcelona à frente do marcador. Um-zero. A vantagem não inibiu o domínio catalão e, quando ninguém esperava, a partida modificou-se radicalmente numa daquelas aleatoriedades tão pródigas do jogo que dá pelo nome de futebol. Após solicitação de Coluna, numa das suas iniciativas pelo vértice esquerdo do «W», Cavém tirou um impecável centro que provocou a primeira decepção nas hostes catalãs. A inoportuna saída do «portero» Ramallets abriu caminho para que a bola se dirigisse para a baliza deserta, não sem que antes José Águas, pelo sim pelo não, lhe desse o toque final confirmando a igualdade. Um-a-um. Dois minutos depois, a superioridade benfiquista naquilo que tinha sido o factor aleatório do jogo até ali materializou-se ainda mais. Um balão de Neto seguido de uma infeliz intervenção de Verges levaram a bola a encaminhar-se para a baliza; esta, passando por cima do desafortunado Ramallets, bateu no poste esquerdo e deslizou junto à linha de baliza. O árbitro, por sinal bem colocado, não hesitou em confirmar um golo que José Águas celebrou imediatamente e que realmente aconteceu. Entre os blaugrana pouco se reclamou e o jogo seguiu, correctamente, com o Benfica em vantagem. Dois-a-um. Até ao intervalo nenhuma surpresa. O jogo foi seguindo equilibrado, com Coluna a deixar o aviso do que seria a sua segunda parte e o Barcelona aqui e ali a aproximar-se do empate, tendo Neto salvado os comandados de Béla Guttmann ao interceptar mais um cabeceamento de Kocsis sobre a linha de golo.
FOTOGRAFIA: GETTY IMAGES
O recomeço confirmou os sinais do fim da primeira metade e mostrou um Benfica mais equilibrado, em contraste a um Barcelona menos afoito no ataque. Dez minutos passados, o imenso Mário Coluna, já recuperado do choque com um adversário que o deixou sem sentidos durante alguns minutos no início da partida, rubricou um dos mais espectaculares momentos do jogo ao desferir um portentoso remate de primeira que bateu inapelavelmente o guarda-redes Ramallets. Um golaço a vinte metros da baliza e três-a-um para o Benfica. Sim, contra todas as expectativas o Benfica tinha a taça na mão. Com a tranquilidade do resultado, os encarnados tentaram consolidar ainda mais a vantagem, mas foram, pouco a pouco, sucumbindo e recuando perante a pressão catalã. Ainda antes do golo de Czibor que colocaria três-a-dois no placar, o Barcelona confirmou a má fortuna daquela tarde-noite ao desperdiçar oportunidades incríveis pelo excesso de pontaria de Evaristo e Kubala. Três vezes beijou a bola os postes da baliza de Costa Pereira, duas delas no mesmo lance. A 10 minutos do fim, surgiu a quarta bola no ferro, desta vez num grande remate de Czibor que simbolizou o triunfo da tenacidade benfiquista sobre a técnica e a mobilidade catalã. Conta a lenda que foi este festival de bolas rechaçadas pelos postes que levou a FIFA a adoptar, nos anos seguintes, as balizas com postes cilíndricos e não quadrados, como até ali.

Os bravíssimos jogadores «encarnados» jamais acreditaram na realidade que sugeria a supremacia evidente do Barcelona e, apoiados numa tremenda ambição e vontade de vencer, fizeram história e trouxeram a primeira Taça dos Campeões Europeus para o clube, confirmada, como se sabe, no ano seguinte. Para o Barcelona, a derrota foi uma das mais dolorosas da sua história tendo os seus adeptos que esperar mais de 30 anos pela primeira Taça dos Campeões. Entre eles, os húngaros Kocsis e Czibor eram os expoentes máximos do desgosto catalão. É que depois do doloroso três-a-dois da final do Mundial de 1954, seguiu-se o doloroso três-a-dois da final da Taça dos Campeões de 1961. Czibor, no final do jogo, não tinha dúvidas: - “Nunca mais ponho os pés neste maldito estádio”. Desgosto de uns, festa de outros; em Lisboa, ninguém se queixou da maldição do «Wankdorf».


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"Vitórias e Património" Especial, dedicado a Guilherme Espirito Santo, para download



VITÓRIAS E PATRIMÓNIO

Episódio Especial

"Guilherme Espírito Santo"


 
 
http://filecloud.io/78crfalk

 
Password: dfernandes
 
 
Descanse em paz, Senhor Guilherme Espírito Santo.

domingo, 25 de novembro de 2012

Liga de Futebol 12/13 - Jornada 10: Jogo Benfica-Olhanense para download



BENFICA - OLHANENSE

Liga de Futebol 2012/2013
10ª Jornada

 
Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 104 kb/s (52/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1733 kbps | Resolução: 640X368 (16:9) | FPS: 25.000




1ª Parte
http://filecloud.io/35hnvoci

2ª Parte
http://filecloud.io/0qe1zk2r


Password: dfernandes

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

"VItórias e Património" - Episódio 105: "Humberto Coelho" para download



VITÓRIAS E PATRIMÓNIO

Episódio 105

"Humberto Coelho"



http://filecloud.io/0to94bhe
 
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Liga dos Campeões 12/13 - 5ª Jornada: Jogo Benfica-Celtic para download | Créditos: OrangeOne



BENFICA - CELTIC

Liga dos Campeões 2012/2013
5ª Jornada


Áudio - Português - MP3-CBR @ 128 kb/s
Vídeo - Resolução - 720x464 - Xvid - AVI @ 1 700 kb/s
Duração - 54min + 54min




1ª Parte
http://rapidgator.net/file/58331992/Liga.Campeoes.12.13.J5.Benfica.Celtic.P1.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar.html

2ª Parte
http://rapidgator.net/file/58353286/Liga.Campeoes.12.13.J5.Benfica.Celtic.P2.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar.html


 Password: orangeone

Créditos pelo rip: OrangeOne

Muito obrigado ao OrangeOne pela realização deste excelente rip. É a ele que devem a gravação desta partida e todos os agradecimentos. Muito obrigado, amigo!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Benfica v Celtic: ir a Las Vegas e perder

FOTO: DAILYRECORD.CO.UK
Quando o Celtic apenas superou a ambição benfiquista através de moeda ao ar e Diamantino Costa resistiu até ao fim do jogo com um braço partido. Não perca, esta terça-feira a partir das 19:45, o decisivo Benfica vs Celtic em mais uma jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

Nenhuma das equipas atravessava um grande momento naquele início de Novembro (ambas vinham de derrota nos respectivos campeonatos), mas a categoria de Benfica e Celtic era inegável. Ambos já tinham chegado ao topo da fama com vitórias na Taça dos Campeões – duas vezes o Benfica, uma o Celtic –, e só isso bastava para justificar o entusiasmo que percorria a Europa e fazia inúmeros observadores de outros clubes europeus marcar presença em Park Head.

Coluna, que saíra tocado na partida do campeonato, constituía a grande preocupação de Otto Glória e seria dúvida até à hora do jogo, com Jaime Graça e José Augusto a espreitar a titularidade. Entretanto, também no Celtic o lendário Jock Stein não podia contar com o lesionado Bobby Lerox, mas regozijava-se com o regresso de Tommy Gemmel (e que regresso!) e Willie Wallace. O jogo, esse, correu sempre de feição aos escoceses e logo no primeiro minuto Gemmel – lá está – fez o primeiro da partida num soberbo remate de força e colocação. O golo madrugador como que deu asas à equipa do Celtic e a louca euforia que envolveu o estádio naqueles primeiros minutos só seria travada pela agilidade e valentia de José Henrique na baliza encarnada. Eusébio, que apenas jogou a primeira parte por se ter magoado, ainda alarmou os 80000 escoceses presentes ao aproximar-se várias vezes com perigo da baliza de Fallon, mas falhou precisamente no seu ponto mais forte: o remate. No regresso para a segunda parte, e mesmo sofrendo o segundo golo em cima do intervalo, o Benfica não se deixou abater e manteve o seu futebol suave e harmonioso da primeira metade. Simões deu sempre o exemplo com jogadas magistrais, mas seria com o Benfica ao ataque que o Celtic faria o terceiro golo, por Hood, num cabeceamento imparável. Os encarnados tinham mostrado a sua categoria, mas haviam caído perante a eficácia escocesa e a sua própria ineficácia. A desvantagem parecia insuperável, mas uma sólida esperança, saber-se-ia depois, estava guardada para dali a quinze dias em Lisboa.

No Estádio da Luz, o que parecia impossível aconteceu mesmo: o Benfica, golo por golo, anulou a pesada desvantagem trazida de Glasgow. Inesperadamente, porque o adversário era o famoso Celtic de Jock Stein e, mais inesperadamente ainda, porque o azar tinha batido à porta do campeão português, impedindo-o de fazer alinhar elementos da influência de Humberto Coelho e Torres. Mais que isso: Eusébio, doente e ainda condicionado pelo «toque» do primeiro jogo, estava em dúvida e implorava a todos os santinhos (leia-se Otto Glória) que o deixassem jogar; seria no meio de toda esta «confusão» que o Benfica iria igualar o 0-3 da primeira partida. Não se pense, porém, que o jogo foi fácil. Pese embora todo o assalto encarnado à baliza adversária, o Celtic esteve de tal modo perto de destruir as ilusões benfiquistas que José Henrique foi uma das figuras da partida. Pode mesmo dizer-se que foi pela categoria do guarda-redes benfiquista que aquilo que podia ter sido a consagração do futebol de contra-ataque dos escoceses acabou por não acontecer. Em vez disso, o que sucedeu foi algo realmente espantoso. O Benfica era «todo ataque» e carregava como nunca visto na direcção da baliza adversária. O desejado golo anunciava-se e, sem surpresa, apareceram dois no espaço de quatro minutos. O primeiro por Eusébio que, mesmo com febre, não desperdiçou um excelente passe de Simões; o segundo, logo a seguir, por Jaime Graça em conclusão de uma bela jogada também ela iniciada pelo irrequieto Simões. O intervalo chegaria com 2-0 no marcador e no início da segunda parte começariam a surgir os primeiros sinais de fadiga nas hostes encarnadas. O Benfica seguia inconformado, e já com o jovem Vítor Martins no lugar de Eusébio, tentava o terceiro golo mas a barreira de camisolas listadas a verde ia parando a maioria dos golpes encarnados e tentava até lançar os seus. E quando parecia que afinal não seria possível, que a vantagem não seria anulada, mesmo ao soar do gongo, eis que um livre de Simões permite a Diamantino Costa o anular da vantagem escocesa. Três-a-zero e seguia-se o prolongamento.

Na meia hora complementar, o Benfica continuou a buscar o quarto golo que lhe daria a qualificação, mas a impressionante resistência e força encarnada, que foi mesmo além dos limites pois Diamantino Costa manteve-se na luta até ao fim com… um braço partido, não foi suficiente. Podia ter sido, mas não foi. O jogo terminou como estava e na altura não havia cá desempate por penaltis; o resultado de todo o esforço, de toda a abnegação benfiquista, estava agora concentrado numa moeda de um florim saída do bolso do árbitro holandês que apitara o jogo. Isso mesmo, o vencedor da eliminatória seria decidido por… moeda ao ar. Os dois capitães dirigiram-se às cabinas para o desempate. A moeda, essa, volteou no ar uma e duas vezes, e ao cair, o malfadado florim mostrou a sua vontade e disse que o Celtic é que era bom e merecia continuar na Taça dos Campeões. No estádio corria o rumor que o Benfica tinha vencido o desempate, mas o semblante de Coluna ao sair das cabinas dizia tudo: o Benfica tinha ido a Las Vegas e perdido; não apenas uma, mas duas vezes. O capitão do Celtic tinha ganho o primeiro lançamento que lhe conferia o direito de ser ele a lançar a moeda quando fosse a valer, e voltaria a ganhar o segundo, garantindo a passagem da sua equipa. Normalmente diz-se que é futebol, pode perder-se e pode ganhar-se, mas desta vez parece seguro dizer que não foi. Foi «apenas» sorte.


domingo, 18 de novembro de 2012

"Vitórias e Património" - Episódio 104: "Os Viveiros do Benfica" para download



VITÓRIAS E PATRIMÓNIO

Episódio 104

"Os Viveiros do Benfica"



http://filecloud.io/a26c3mnf

 
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sábado, 17 de novembro de 2012

Taça de Portugal 12/13 - 4ª Eliminatória: Jogo Moreirense-Benfica para download



MOREIRENSE - BENFICA

Taça de Portugal 2012/2013
4ª Eliminatória


Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 107 kb/s (53/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1710 kb/s | Resolução: 640x368 | FPS: 25.000



 
1ª Parte
http://filecloud.io/36xaw4pk

2ª Parte
http://filecloud.io/1b5sagzr
http://filecloud.io/nko85d0h

 
 
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Liga de Futebol 12/13 - 9ª Jornada: Jogo Rio Ave-Benfica para download

RIO AVE - BENFICA

Liga de Futebol 2012/2013
9ª Jornada


Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 105 kb/s (52/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1774 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000


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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Liga dos Campeões 12/13 - 4ª Jornada: Jogo Benfica-Spartak para download



BENFICA - SPARTAK DE MOSCOVO

Liga dos Campeões 2012/2013
4ª Jornada


Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 105 kb/s (52/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1688 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000



 
1ª Parte
https://rapidshare.com/files/3845011149/UCL.12.13.Benfica.S.Moscovo.P1.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar

2ª Parte
https://rapidshare.com/files/67960172/UCL.12.13.Benfica.S.Moscovo.P2.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar

 
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Supertaça de Basquetebol 2012: Jogo Benfica-Académica para download



BENFICA - ACADÉMICA

Supertaça de Basquetebol 2012

Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 104 kb/s (52/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1781 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000 | Duração: 01:42:39





https://rapidshare.com/files/304743058/ST.Basquetebol.2012.Benfica.Academica.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.part1.rar
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domingo, 4 de novembro de 2012

Liga 12/13 - 8ª Jornada: Jogo Benfica-Vitória de Guimarães para download



BENFICA - V. GUIMARÃES

Liga 2012/2013 | 8ª Jornada
 
Audio - Língua: Português | Codec e Bitrate: MP3 VBR @ 106 kb/s (53/ch, stereo)

Vídeo - Codec: Xvid | Bitrate: 1816 kbps | Resolução: 640X368 | FPS: 25.000




1ª Parte
https://rapidshare.com/files/1746331296/LZS.12.13.J08.Benfica.V.Guimaraes.P1.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar

2ª Parte
https://rapidshare.com/files/209961978/LZS.12.13.J08.Benfica.V.Guimaraes.P2.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar

 
 
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Chama Gloriosa Chalkboard: a evolução posicional de Matic

FOTO: SL BENFICA

Javi saiu em busca dos petrodólares e da fama de Manchester (sem ressentimentos, Javi) e a nação Benfiquista entrou em erupção. A equipa ficava sem um dos elementos fundamentais da sua manobra defensiva e sem substituto à altura. Matic nunca convenceu a generalidade dos adeptos enquanto alternativa ao espanhol e nos últimos dias de Agosto era o sérvio o único médio defensivo do plantel benfiquista. Razão para drama? Aparentemente sim, mas talvez não tanto como na altura se deu a entender.


Matic não é ainda o médio defensivo perfeito (Javi também não o era), mas a sua evolução em termos posicionais é notória, embora subtil para a maioria dos adeptos. No Benfica de Jesus, o "6" tem um papel crucial nas acções defensivas da equipa, essencialmente no que respeita à complementaridade com os centrais e laterais, tendo como base a ideia do treinador em manter sempre que possível uma (última) linha de cobertura e de protecção da baliza composta por quatro elementos. E é neste aspecto que Matic deixa cada vez menos a desejar em relação a Javi; o sérvio interpreta cada vez melhor as situações-problema impostas pelo jogo e reage correctamente e segundo as acções dos colegas. O jogo de Barcelos foi apenas mais um capítulo nesta sua evolução como médio defensivo.

E aspectos menos bons? Também os há, claro. Matic tem aparentado alguns problemas na abordagem a lances aéreos que têm resultado em intercepções falhadas e duelos perdidos, para além de alguma falta de agressividade e de vários erros técnicos ao nível do corte/passe/recepção que, na minha opinião, limitam a percepção do seu valor por parte dos adeptos. Situações a melhorar, sim, mas que não beliscam demasiado a evolução e a qualidade que o jogador tem mostrado na função. Num próximo jogo do Benfica convido-vos a dividir a vossa atenção entre aquilo que acontece com a bola - e que é mais evidente - e o que acontece sem ela, dando uma atenção especial ao comportamento de Matic nos momentos em que os centrais saem de posição porque, parecendo que não, isto também é futebol em todo o seu esplendor.

No vídeo abaixo, algumas situações do jogo com o Gil Vicente onde a capacidade posicional do sérvio ficou evidente:




"Vitórias e Património" - Episódio 103: "A Nova Catedral" para download



VITÓRIAS E PATRIMÓNIO

Episódio 103

"A Nova Catedral"



https://rapidshare.com/files/4118078699/Vitorias.e.Patrimonio.E103.2012.TVRip.Xvid-UpPTMSNM.rar

 
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