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terça-feira, 26 de julho de 2011

Estudo do Adversário - Trabzonspor


E o futebol está de volta. No primeiro jogo oficial da época, Benfica e Trabzonspor defrontam-se pela primeira vez na história das competições da Uefa, numa eliminatória que se espera bastante disputada. Na sequência de posts anteriores, apresento mais uma vez uma análise sobre o adversário dos encarnados no acesso à Champions, desta vez sem uma base tão sólida como no passado, dado o início de época e a dificuldade em obter jogos da equipa turca (a análise terá apenas um jogo como base - a partida de preparação do Trabzonspor frente aos romenos do Otelul). Não deixem ainda de ler (e reler!) a excelente e já habitual análise do Rui Malheiro aos adversários do Benfica na Europa.



Organização ofensiva

- Equipa organizada em 4x4x2 losango. Após uma temporada histórica - segundo lugar na Liga Turca com o título a ser perdido para o Fenerbahce na última jornada... por diferença de golos - a equipa de Trabzon tenta reinventar-se depois de ver partir alguns dos seus principais jogadores (Selçuk Inan e Ceyhun para o Galatasaray, Jajá Coelho para o Al Ahli, Egemen Korkmaz para o Besiktas e Umut Bulut para o Toulouse). Equipa com forte identidade turca - muita garra e muita vontade - com boa segurança defensiva (característica muito notada no ano transacto) e uma ligação entre meio-campo e ataque bastante rápida e perigosa. Em termos individuais destaque para Burak Yilmaz, autor de 19 golos no último campeonato da Turquia.
- Em 1ª fase, a construção de jogo ocorre, normalmente, com o primeiro passe a ser feito para um dos centrais, dando-se primazia a uma saída de bola paciente e em segurança com os laterais bem abertos e subidos. Giray Cakar - o patrão da defesa - é geralmente o mais solicitado para dar início às jogadas, revelando boa precisão em lançamentos longos para os atacantes, com destaque para o reforço Paulo Henrique que funciona já como a grande referência quando a equipa usa um futebol mais directo (p. ex. golo contra o Uerdingen no primeiro jogo da pré-temporada).

- Em 2ª fase o padrão existente é, por norma, o de um futebol apoiado com os dois centrais a servirem como grandes referências, ora fazendo a bola circular de um corredor para o outro, ora entregando curto a Zokora que baixa para apoiar e oferecer linhas de passe no sector mais recuado. Para além do costa-marfinense, também o argentino Colman gosta de vir buscar jogo e solicitar os laterais em largura ou, em alternativa, ser ele mesmo a progredir com bola através de iniciativas individuais. Em posse, o argentino joga quase sempre por dentro, deixando o corredor direito entregue ao aguerrido Serkan (bastante perigoso nos envolvimentos atacantes). A circulação tem, geralmente, bastante qualidade com os vários intervenientes do meio-campo a sentirem-se bastante confortáveis em posse, fazendo a bola circular de forma paciente, por vezes com algum relaxamento excessivo e alguma falta de objectividade. À excepção de Zokora - que privilegia a segurança e o critério - todos os elementos do meio-campo parecem ser bastante susceptíveis ao pressing adversário, com os centrais a acumularem, também, algumas perdas de risco.  

- Em 3ª fase, as responsabilidades recaem quase todas no trio que actua à frente de Zokora. Na meia direita, o argentino Colman alterna regularmente passes com progressões rápidas no terreno em acções individuais, mostrando-se perigoso quando embalado. Boa precisão com o seu pé direito, seja a encontrar colegas desmarcados ou a finalizar ele próprio as jogadas. Actuando mais pelo centro, Alanzinho revelou ser um jogador extremamente fiável no que respeita à posse, denotando grande qualidade técnica. Não foi fácil vê-lo falhar um passe ou perder uma bola. Bastante rápido, tenta regularmente incursões individuais sem, no entanto, ser demasiado displicente (pelo menos neste jogo). Mais pela esquerda, o polaco Adrian Mierzejewski parece privilegiar um jogo sem grandes recortes, actuando simples a 1/2 toques. Bom pé esquerdo. Trocas posicionais entre os 3 elementos é um recurso possível e bastante frequente dada a sua versatilidade para actuar em várias funções. Normalmente, Adrian Mierzejewski aproveita as bolas paradas a seu favor no lado direito para trocar de lado com Colman ou Alanzinho e tentar, assim, criar alguma confusão no adversário. Transparece, no entanto, alguma falta de criatividade, sentindo-se que a equipa tem algumas dificuldades para criar situações de perigo em ataque posicional. 

- Na frente, Paulo Henrique - o substituto do goleador Jajá Coelho - entrou bem na equipa, marcando por duas vezes na pré-temporada e mostrando-se perigoso em acções no último terço. Parecendo lento e algo forte fisicamente, não é o típico avançado de área, revelando boa capacidade e mobilidade para decidir em profundidade. A principal alternativa ao brasileiro será o polaco Pawel Brozek, um jogador bastante sóbrio e oportuno a aparecer em zona de finalização.

- Burak, que não tive oportunidade de ver jogar, parece ser, depois da saída de várias das figuras do ano passado, o elemento "mais" desta equipa. Mortífero com o seu pé direito em acções junto à área contrária, é também conhecido pela sua agressividade e velocidade . O seu substituto natural como segundo avançado será Halil Altintop, reforço que chegou este ano proveniente do Eintracht Frankfurt.

Transição Defesa /Ataque

 Mudança de atitude média/alta. A maior ameaça está nas transições rápidas após recuperações em zonas altas do terreno, onde têm capacidade para fazer a diferença com o trio de médios que actuam "à frente" de Zokora e também com os 2 avançados. Alanzinho, Colman e Altintop são três jogadores muito úteis e agressivos no pressing e tentam constantemente potenciar estas situações. Atenção, também, às saídas rápidas do lateral Serkan pela direita. Bolas longas (de Giray) a solicitar os avançados possíveis.

Organização Defensiva

- Equipa organizada, normalmente, num bloco médio/alto. A procura da posse de bola é feita através de uma zona pressionante, geralmente com uma postura bastante activa e agressiva com especial ênfase na transição da 1ª para a 2ª fase do adversário . Destaque para Colman, Alanzinho e Altintop muito agressivos e úteis no pressing. Fundamental o desempenho táctico do médio mais recuado (Zokora), bom posicionalmente e incisivo na recuperação de bola.

- A defesa, depois da saída de Ergemen Korkmaz para o Besiktas, dá mostras de alguma inconsistência, seja devido a erros individuais (potenciais excessos na tentativa de sair a jogar) ou à falta de coordenação da linha defensiva (pouca preocupação no uso estratégico do fora de jogo e desorganização). Alguma indefinição na lateral esquerda com Brozek e Celutska (lateral direito de origem) a disputarem um lugar para o jogo de amanhã, com o checo a parecer levar vantagem. Os laterais possuem forte vocação ofensiva (Serkan principalmente, mas também Piotr Brozek), sentido algumas dificuldades em termos defensivos (Serkan no 1x1 e P. Brozek a fechar por dentro - ver relatório do Rui Malheiro). Potenciar acções de 1x1 com Gaitán na esquerda, tendo Enzo Pérez ou Witsel a acreditar sempre na finalização ao segundo poste. Giray é um central bastante forte fisicamente e dominador pelo ar. Mustafa Yumlu tem um perfil semelhante. Ambos, tal como Glowacki, com algumas dificuldades com a profundidade.


- Tolga - o capitão de equipa e habitual suplente - mostra-se seguro e sóbrio na linha de baliza e bastante consistente a sair dos postes, fazendo bom uso dos seus 192cm.

Transição Ataque/Defesa

- Boa reacção global à perda de bola, com todos os jogadores bastante disponíveis para recuperar a organização. Zokora está normalmente bem posicionado e é bastante inteligente e agressivo na procura da bola o que o torna o principal bloqueio para parar as transições do adversário.

- Os laterais podem estar posicionados muito alto no campo, pelo que existirão espaços para explorar em transição ofensiva. Potenciar estas situações encurtando tempo e espaço a Giray e Zokora, de forma a obrigar a equipa do Trabzonspor a encontrar outras opções em 1ª fase (Glowacki/Mustafa solicitados mais vezes).

Bolas paradas - favor

- Livres laterais batidos por Adrian, de pé esquerdo, ou Colman de pé direito. Excelente precisão no cruzamento. Normalmente, 5 jogadores atacam a bola: Paulo Henrique, Burak/Altintop, Giray, P. Brozek/Celutska e Glowacki/Mustafa. Alanzinho e Adrian ou Colman ficam na entrada da área para a segunda bola; Serkan e Zokora os jogadores mais recuados. Livres frontais batidos por Colman de pé direito e Adrian de pé esquerdo. Boa precisão.

- Cantos executados por Adrian ou Colman. Mais uma vez, colocam 5 jogadores na área: Paulo Henrique, Burak/Altintop, Giray, P. Brozek/Celutska e Glowacki/Mustafa; Combinações improváveis. Equipa com boa envergadura física, com capacidade para criar perigo na sequência de lances de bola parada (p. ex. golo de Giray frente ao Uerdingen)

Bolas paradas - contra

- Nos livres laterais colocam 1/2 jogadores na barreira, dependendo da distância à baliza. Adrian fica na entrada da área, Alanzinho fica mais na frente. Restantes marcam homem a homem. Nos livres frontais mais próximos da baliza colocam 4/5 jogadores na barreira (podem saltar). Apenas Alanzinho fica mais adiantado.

- Nos cantos, P. Brozek/Celutska fica no primeiro poste e Colman fecha o espaço entre a pequena área e o primeiro poste. Adrian fecha na entrada da área e Alanzinho fica mais avançado; restantes jogadores marcam homem a homem.

Outras observações

- Senol Gunes, segundo a imprensa, deverá apostar numa estrutura mais prudente para defrontar o Benfica no Estádio da Luz, recuperando a habitual formação táctica da época passada (4x5x1 com 3 médios ofensivos - ou 4x2x3x1), sendo que o uso do 4x4x2 em losango continua a ser hipótese (talvez no decorrer do jogo). O ex-seleccionador turco (3º lugar no Mundial-2002) terá, inclusive, anunciado o "onze" que entrará amanhã em campo, pelo que o Trabzon jogará em Lisboa com: Tolga; Celutska, Giray, Glowacki e Serkan; Zokora e Colman; Adrian, Alanzinho e Burak; Paulo Henrique.



- A equipa fez uma pré-temporada positiva. Saldo dos jogos de preparação cifra-se em: 5 jogos, 2 vitórias e 3 empates (6/4 em golos). No banco têm alguns jogadores capazes de alterar o rumo da partida. Destaque para o rápido e agressivo número 11, Mehmet Çakir, que parece em boa forma neste início de época (muito activo, p. ex, frente ao Charleroi, sendo o autor do golo e sofrendo penalti falhado por Altintop na segunda parte). Pode actuar como segundo avançado ou como ala pelo lado direito. Engin também uma boa opção para dar mais dinâmica à ala esquerda (velocidade e 1x1). Mais atrás Ferhat é alternativa para lateral esquerdo e Baris Atas pode actuar como lateral ou interior direito. Aykut Akgun (forte fisicamente e bastante certo em posse)  e Sezer Badur são outras das opções para o meio-campo (com o Otelul, Aykut actuou como trinco no lugar de Zokora e Sezer substituiu Adrian). 

"Tema Luisão" - Dicotomias!






...E agora o testemunho de três verdadeiros benfiquistas que ilustram perfeitamente nestas declarações o sentimento que tenho para com Luisão.



E por último - mas não menos importante - o Velho (e Enormíssimo!) Capitão, Senhor Mário Wilson: "Luisão gosta mas não ama!"

Dicotomias...


Num Benfica à Benfica, o jogador Luisão não mais se voltaria a equipar para um jogo oficial!

É para ganhar!

Quando no final da época em Maio, a cabeça de Jesus começou a ficar a prémio após a eliminação em casa para a Taça de Portugal contra o Porto, e logo a seguir, contra o Braga para a Liga Europa, poucos poderiam prever o cenário actual.

Nessa altura, havia Carole, André Almeida, Nuno Coelho,Rodrigo Mora, Wass, Matic, Nolito e o contratado Bruno César como futuros jogadores do Benfica. Sobre ele muita "tinta" foi gasta, e no contexto actual, talvez só o Matic, Nolito e o Bruno César são jogadores para poderem jogar. Todos os outros vão rodar.

Entretanto sem muito bem se saber, já temos quase 20 caras novas.

A alma motriz que segurou, mais ou menos, o futebol do Benfica o ano passado, foi vendido. E bem. Saiu a turminha do Chope, o "Roberto" e mais outros, outros há para colocar e é bom que sejam.

Veio o Enzo, Witsel, Eduardo, Garay, Emerson e Capdevilla que acrescentam algo mais, mas mesmo assim, não há o substituto para o Maxi Pereira. O que há, são remendos.

Voltando atrás, e ao que respeita ao Jesus. Nessa altura foi dado um voto de confiança por parte do Presidente, mas todos nós estávamos longe de imaginar o investimento que se iria fazer durante Junho e Julho. Uma barbaridade.

Na minha opinião, o voto de confiança, tinha uma nota em anexo que dizia; Passar eliminatórias da Champions, entrar na fase de grupos.
Só assim se entende todo este investimento, e verdade seja dita, há matéria humana, para que um bom Treinador, consiga construir uma boa equipa.
Essa boa equipa, não tem sido o Benfica da pré-época. É verdade que com uma defesa descaracterizada, não se podia fazer milagres. Talvez agora com o regresso de Luisão e talvez Maxi, as coisas possam ser diferentes, mas neste momento somos só 11 jogadores e a "equipa" ... essa ainda terá que aparecer.

E é bom que seja amanhã. Bom para todos os Benfiquistas, para o Clube e para o Jesus, porque se não houver um bom resultado, haverá o tal voto de desconfiança que é péssimo para encarar o começo da época.

Eu confio que as coisas vão correr bem. Tenho sempre essa fé, ou não fosse eu um típico Benfiquista, moldado na "era dourada" do Clube e habituado a vencer.

Que corra tudo bem amanhã. Que se jogue com alma, que se jogue com cabeça, é uma eliminatória, e convém ficar resolvida já!

Abraço

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Onde está a Larissa?

Veja se encontra aqui, a nova versão do "onde está o Wally?"

Vídeo Fantástico para a presente época

Como diz Luís Franco-Bastos e Guilherme Cabral... Vergonha não é cair...é ter medo de levantar.
Cabeça para cima e rumo ao 33º!



Força Benfica

domingo, 24 de julho de 2011

Tomem nota!


Este ano, nem assim lá chegarão. De nada servirão as espadas, espadachins ou samurais!

O Glorioso chegará inevitavelmente ao 33º!


Somos todos uns malandros!

Há coisas que me fazem rir. Comunicados do Benfica, por vezes.

O Benfica noticiou que o Luisão regressava, feliz e de bom humor, cheio de vontade de ficar, e se por acaso assim não fosse, talvez o aumento do seu vencimento por parte do "padrinho", o fizesse inverter as agulhas.
Mas não foi preciso muito. Bastou o cidadão Anderson Luís da Silva desembarcar na Portela e afirmar de forma polida ..."Passaram oito anos, chegou a hora de dar a vez aos outros!".

Esteve bem, com classe, sem pretensiosismos revelando um discurso sintético e preparado. Logo se verá...

Em sentido inverso o tal comunicado. De Ricardo Costa falavam, caindo no exagero de culpabilizar o Fernando Tavares e o José Marinho pelas notícias vindas a lume.
Na verdade é a DESPORTIMEDIA A agência que representa o Ricardo Costa, mas longe estou de acreditar que fossem eles os culpados pelas notícias saídas nos jornais de Valência dando conta do interesse por parte do Benfica.

Não sou defesa nem advogado dos indivíduos em causa, mas gentinha desta que se dá ao trabalho de enxovalhar Benfiquistas por comunicados, merece levar nas orelhas!

Convém lembrar aos mais desatentos, que foi Fernando Tavares e José Marinho que tudo fizeram para que o guarda-redes do Braga, Artur Moraes, não aceitasse a proposta do Sporting e o convite do Domingos, tudo fazendo para que ele fosse para o Benfica.

E conseguiram.

Nessa altura, não se lembrou o "escriba dos comunicados da Benfica SAD" de vir elogiar ou agradecer os feitos dos dois assumidos Benfiquistas. Se o tivesse feito, talvez fizesse algum sentido este ultimo comunicado. Mas mesmo assim só para mentecaptos.

Fica mal o exagero, é patético apontar as baterias ao exterior, quando de mais um reforço se fala, passado vinte jogadores terem chegado, num turbilhão profissionalmente desgovernado.

Certamente que esmiuçado o descarregamento de jogadores, ele tem rosto ... ou não tem? ...ou somos todos nós Benfiquistas uns malandros que exigimos este "entreposto de jogadores"!?... tenham lá paciência, e como diz o outro ... "ide trabalhar como as pessoas"!

sábado, 23 de julho de 2011

É bem pensado!


... garante pelo menos 1 relatório diário do balneário Benfiquista ao Pintinho!

Mangala a caminho


Pelo que se pode ler na imprensa belga, e pelas informações que vão saindo dos bastidores, o Benfica na altura em que contratou o Alex Witsel já tinha sondado o SL para saber o preço do Eliaquim Mangala.
Na altura terá sido feito uma primeira oferta de 6M€ pelo jogador que foi recusada, mas nessa altura ainda os contornos da situação do Luisão estavam longe do que se passa actualmente.

Diz-se que perante a situação, o Benfica já terá recomeçado os contacto para contratar o jogador internacional francês, sendo que uma possível oferta de 7,5M€ poderá estimular o seu clube a aceitar.

Para contratá-lo terá de ser até 3ª feira, visto o Standard ir participar na pré-eliminatória da CL, e por isso, o Benfica não pode correr o risco de ficar com um jogador que não possa ser utilizado nas competições europeias

A situação do Luisão mantém-se. O jogador vem, irá treinar e previsivelmente jogar contra os turcos, mas o Benfica pondera mesmo, caso alguém apareça a oferecer os 10M€, a deixar o jogador sair.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Apresentação e entrevista de Capdevilla para downnload


Apresentação de Capdevilla

Duração: 9 minutos

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Entrevista de Capdevilla

Duração: 16 minutos

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Resumo do Benfica-Toulouse para download



RESUMOS PRÉ ÉPOCA 2011/2012


BENFICA - TOULOUSE

Inclui reportagem sobre a festa e entrevistas




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Pato no Natal

Conforme tinha noticiado aqui no Chama o interesse sempre se confirmou.

O Benfica ofereceu 6M€ pelo Pato Rodriguez, mas os dirigentes do seu clube não aceitaram. Queriam mais 1M€ por um passe que estava taxado nos 10M€.


Diz-se que não vem agora, mas talvez estejam as coisas tratadas para em Janeiro cá estar.

Belíssimo jogador que de facto agora não teria espaço no nosso plantel.


Leia aqui





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Jogo de apresentação: Benfica-Toulouse para download


BENFICA - TOULOUSE

Jogo de apresentação 2011/2012


Link para a 1ª Parte | Link para a 2ª Parte
Entrevistas e conferência de imprensa


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Jorge Jesus


... Não, tu é que tens que ter cabeçinha! com um plantel destes, sinceramente não há desculpas.

Não pode ser insistir nos mesmos a época toda como tens feito, até eles andarem de rastos, tens jogadores bons para rodar, acalma-te e mostra que aquela primeira época é para repetir ... não escrevi "pode repetir-se", escrevi "é para repetir-se"! ... boa sorte.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O Benfica 2011/12

E pronto, está apresentado o Benfica 2011/12. Não consigo estar optimista para o nosso futuro desportivo, e a pálida apresentação (em todos os sentidos) da noite de hoje voltou a mostrar-me que, para já, não há grandes motivos para elevar as expectativas, por muito que algumas das contratações me agradem.

Começou com música e danças africanas, quase a imitar a cerimónia sul-africana de abertura do Mundial 2010, e continuou com tiros nos pés com o Benfica a apresentar vários jogadores que já estão mais que dispensados, como Julio Cesar, Roberto ou mesmo Daniel Wass, quase que procurando mostrar que todos estão a ter as suas oportunidades e que se não ficarem será apenas e só porque não têm valor.

Passado que está o Guadiana, e passado que está este jogo de apresentação que terminou com uma vitória de 1-0 frente ao Toulouse, já muitas coisas se podem concluir. Algumas positivas, como por exemplo o vasto leque de opções de qualidade do meio campo para a frente, outras negativas como a falta de sensibilidade de Jorge Jesus para liderar um conjunto de pessoas.

Vamos por partes, e começarei pelo positivo que de bom existe. De facto, do meio campo para a frente há muitas opções de qualidade. Não estou certo que o treinador seja capaz de aproveitar esse amplo leque de opções da melhor forma, mas que ele existe, isso existe. Desde logo para 2 lugares nas alas, temos claramente quatro jogadores de grande qualidade: Gaitan, Urreta, Enzo Perez e Nolito. Quase ponho as mãos no fogo por qualquer um deles, e podem ir rodando durante a época, podendo a equipa aproveitar as nuances que cada jogador oferece de diferente em relação aos outros, consoante as características do adversário. Pérez e Urreta claramente mais verticais, mais velocistas, mais próximos do conceito clássico de um médio ala, e Nolito e Gaitan jogadores de movimentos mais interiores e de triangulações. Até por isso é bom ter várias opções, porque de facto diferem entre si o suficiente para darem à equipa armas de diversos tipos.

No centro do terreno, há imensa qualidade, e até é onde a meu ver devia surgir pelo menos uma dispensa. Não pela falta de qualidade do atleta, mas por não haver necessidade. Aimar, Witsel, David Simão, Bruno César e Ruben Pinto (já nem contando com Carlos Martins) têm muita qualidade, e eu apostaria pelo menos na saída de Bruno César. Parece-me muito desenquadrado do futebol europeu e nem prevejo que vá conseguir recuperar o que o distancia deste futebol tão cedo, pelo que o empréstimo a um clube europeu seria ideal. Além do mais, como alternativa directa a Aimar sugeria David Simão, que me oferece desde já garantias suficientes até para ser titular do Benfica sempre que for necessário. Witsel surge como uma alternativa diferente, e por isso não o vejo como concorrente de Aimar ou David Simão, mas sim uma solução táctica distinta. Tem imensa qualidade e cobre muito bem o espaço entre as duas áreas, será a solução perfeita para um meio campo mais seguro e tranquilo… aqui penso sempre num 4-2-3-1 ou, vendo as soluções que temos no plantel, um 4-3-3. Mas o mestre da táctica é que sabe…

Mais para a frente, Cardozo, Saviola e Jara garantem qualidade, e ainda se pode contar com Gaitan ou Urreta, por exemplo. Mora parece fora de jogo, no que me parece ser mais uma contratação da prospecção do Benfica que o Jorge Jesus rejeita logo à partida por via desse facto. Ainda temos Nélson Oliveira e Rodrigo no Mundial de sub-20, e talvez um deles fique para completar o leque de avançados, saindo Mora e talvez Rodrigo. Bom, qualidade não falta, e se é verdade que não existe uma alternativa directa a Cardozo, não é menos verdade que não é preciso o Benfica jogar sempre com um avançado com aquelas características para os golos surgirem, sobretudo quando elementos como Urreta, Nolito ou Enzo Perez são jogadores com boa capacidade finalizadora, mesmo partindo das faixas laterais.

Do meio campo para trás, estão as grandes dúvidas. Entre Matic, Javi e Nuno Coelho, há qualidade. Javi não é preciso dizer nada, e Nuno Coelho (que parece contar apenas para a estatística dos portugueses, é mais um jogador que a prospecção do Benfica descobriu e que pelos vistos não conta para o treinador) no pouco que jogou mostrou qualidade e uma óptima capacidade táctica. Matic é um jogador muito diferente, e continuo a achar que no 4-1-3-2 habitual sofrerá bastante em jogos mais complicados em que tenha de alinhar, contra equipas pressionantes. Ele tem mostrado ser um jogador impecável para jogar uns passos mais à frente, sem ter nas suas costas o peso do equilíbrio defensivo da equipa dele depender. Contra equipas mais fracas, que abdiquem até de atacar (como foi o caso hoje do Toulouse), certamente funciona e talvez até ofereça melhores soluções que Javi Garcia. Já noutro tipo de jogos, pois eu tenho grandes dúvidas.

Há Ruben Amorim também, que pode ser uma boa alternativa a Witsel, ou a Javi, ou mesmo proporcionar outras variantes tácticas. A recuperação física pelo que me dizem tem corrido muito bem, e certamente que é um jogador para ir aparecendo de Setembro em diante.

Hoje estreou-se Emerson na lateral esquerda, que revelou uma presença em campo muito interessante nos primeiros 45 minutos, caindo fisicamente na segunda parte. Gostaria de ver mais enquanto não começam os jogos a sério, mas já não há tempo. E se Capdevila realmente vier, provavelmente será titular no 1º jogo oficial sem sequer ter feito um só jogo amigável com a equipa. Vale pelo menos que com a sua experiência, certamente a entrada na equipa será muito menos traumática do que em casos normais.

Ao centro da defesa além do capitão (ausente hoje…), Garay dá garantias, tal como Miguel Vitor. Por mim, três centrais de qualidade como são estes chegam perfeitamente. É escolher um quarto (eu escolheria Fábio Faria, pela óptima pré-época que tem feito, e por ser mais um português, contrariamente ao Jardel que é brasileiro), e este sector quanto a mim fica fechado. À direita haverá Maxi Pereira (haverá mesmo?) e… nada!

E neste ponto, permitam-me que perca a cabeça com o nosso treinador. Tem Daniel Wass, jogador descoberto pela nossa prospecção, com um perfil muito interessante. Um jogador certinho, já com alguma experiência de 1ª divisão, internacional dinamarquês… e calçou 3 ou 4 vezes nos últimos 15 minutos de jogos amigáveis! Para o seu lugar, inventou André Almeida, um médio de 19 anos que sempre que jogou, e apesar do seu voluntarismo, sempre mostrou não ter neste momento qualquer qualidade sequer para jogar em jogos amigáveis pelo Benfica. A cereja no topo do bolo aconteceu no jogo de hoje, com um trinco (Nuno Coelho) a entrar para o lugar de André Almeida, e Wass a ver navios, humilhado pelo fanfarrão que treina a equipa diante de todos. Como é isto possível? Como quer Jorge Jesus gerir um balneário, um grupo? Claro que assim é preciso revolucionar plantéis todas as épocas, ninguém atura uma pessoa tão mal formada e teimosa como Jorge Jesus. E da SAD, ninguém força o treinador a acertar o passo? Preciso de aludir a outros clubes para provar que noutros sítios isto nunca aconteceria?

Na baliza, o forrobodó total. Foram apresentados Artur, Julio Cesar, Roberto e Eduardo, sendo ainda certo que ainda há Mika contratado também este ano, e que fará parte do plantel. Ainda faltam sair dois, mas a uma semana dos jogos oficiais lá andam todos, contribuindo para um ambiente de balneário que já podia e devia ser melhor nesta fase, que já devia beber de uma maior estabilidade no plantel, de uma maior certeza de todos os jogadores de que ficam no plantel. Ter 4 guarda-redes a lutar por 2 lugares a uma semana do início da competição? Poupem-me a este ridículo, por favor!

Em jogo jogado, o Benfica para já está exactamente igual ao que foi na época passada. Uma transição defensiva má demais para ser verdade, e que não se explica pela ausência de A ou B, porque é sobretudo o processo colectivo que está a falhar, novamente. Não vejo de facto nenhum trabalho de fundo, e citando Jorge Jesus, no processo defensivo o seu sucesso ou insucesso depende mais do trabalho do treinador que do trabalho dos jogadores. Foi o treinador que o disse, numa entrevista à RTP N depois de conquistado o campeonato 2009/10.

No ataque, também as mesmas virtudes e os mesmos defeitos. A criatividade e qualidade técnica dos jogadores asseguram de facto uma capacidade de criação de jogadas de ataque muito acima da média (nem foi o caso hoje, contra o Toulouse). E, citando novamente Jorge Jesus, o sucesso do processo ofensivo é sobretudo obra do talento dos jogadores, em menor parte do treinador. Mas os mesmos defeitos, de certa forma relacionados com o enorme defeito que é o nosso processo defensivo. Continua a ser um ataque desenfreado, sempre em aceleração, como se o mundo fosse terminar no instante seguinte. Torna-se tudo mais cansativo para os jogadores, fica mais complicado para todos eles de tomarem as decisões correctas e, claro, minimiza a capacidade de recuperação no terreno em caso de contra-ataque. Como é possível isto ainda acontecer, quando era um defeito já detectado em 2009/10?

Acho que falta muito trabalho, e só falta uma semana. É por isso que não estou confiante. Não sei como estará a preparação do Trabzonspor, mas se os turcos estiverem bem preparados e estudarem as movimentações tácticas do ano passado (se não se quiserem fiar nos amigáveis deste ano), têm uma oportunidade de ouro para nos porem fora da Champions, o que seria mais do que ruinoso vendo o investimento que tem sido feito no plantel do Benfica. Para mais, uma equipa que a uma semana do seu primeiro jogo a doer ainda consegue apresentar 29 jogadores, dos quais nem fizeram parte nomes como Luisão, Maxi, Rodrigo, Nelson Oliveira, Mika ou Carole, está claramente a brincar ao futebol. Quando estabilizará o plantel? Quando serão feitos os cortes? Quando é que vai começar a haver um pingo de evolução?

Isto é preocupante, e não só a falta de capacidade do treinador tem ficado bem patente, como também patente tem ficado a falta de estrutura que este clube tem, e por isso é que a meu ver falar de Carraça, Rui Costa ou Manuel Sérgio só pode ser um desvario causado pela adrenalina da chuva de contratações que temos tido. Trabalho da estrutura? Zero ! O treinador manda e desmanda, pede mais jogadores, dispensa outros que vieram este ano e pede novos logo de seguida, não se apressa a definir o plantel, nada… e tudo isto parece normal aos olhos da maioria.

Oxalá eu esteja enganado, mas uma época que começa com praticamente 20 caras novas a entrarem no plantel nunca na vida pode augurar nada de bom. Tal como só por uma vez vi uma equipa ser campeã devido aos reforços de Inverno, não acredito minimamente na capacidade de uma equipa revolucionada poder atingir grandes feitos. É, no mínimo, muito improvável. As dinâmicas de grupo, até as relações extra-profissionais entre os jogadores, não se conquistam numa semana. Muito menos quando comandados por um homem tão mau na gestão de recursos humanos como é Jorge Jesus. Que tem mesmo sido uma desilusão. Gestão de expectativas, gestão táctica, gestão de talentos, pedidos de jogadores, etc… tem sido mau demais para ser verdade. Já era altura de perceber que se aos 57 anos só tem no palmarés quatro títulos não é por ser o melhor treinador do mundo. Devia reduzir-se à sua dimensão, e trabalhar com humildade. Humildade perante os jogadores que comanda e perante as outras equipas que nos enfrentam.

E, claro, a direcção continua ausente de tudo isto. Se isto correr mal, certamente se apressará a sair a terreiro para culpar o treinador, se correr bem já adivinho entrevistas eufóricas em horário nobre. Até lá, é sorrir e acenar, certo?

Termina a pré-época do Benfica, e a minha preocupação inicial não esmoreceu. Tal como no ano passado, eis uma época que se inicia e que não me cheira nada bem…

Apresentação do plantel 2011/2012 para download



Apresentação do Sport Lisboa e Benfica

Época 2011/2012

Inclui chegada da equipa à Luz, entrevista com Jorge Jesus e festa de apresentação do plantel. Duração: 18 minutos



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