Popular Posts

BenficART

Para aceder aos melhores wallpapers, avatars, vídeos e relatos do Benfica! Tudo o que sempre quiseste encontrar, tudo o que idealizaste!

Chama Gloriosa Chalkboard

Rubrica onde iremos analisar lances, jogadas ou momentos dos jogos do Benfica que, apesar de importantes, passam normalmente despercebidos a um olhar menos atento.

Artigos de opinião

Voz aos escribas do Chama Gloriosa, para se pronunciarem sobre os mais diversos assuntos relacionados com o clube. Sempre com a acutilância, independência e fervor Benfiquista que nos caracterizam.

downloads

Aqui vais encontrar jogos de todas as modalidades e os mais diversos programas de televisão sobre o Benfica. Não fiques fora de jogo e recorda tudo o que gravita à volta do nome Benfica!

Glorioso Relax - As deusas do Benfica

Cansado da rotina? Farto de maus resultados? Faz frio? Chove? Nada como espairecer e consolar a vista, com as gloriosas deusas deste espaço!

Análises adversários

Se não conheces a equipa que vai jogar contra nós no próximo jogo, não desesperes! Temos pronto para ti um resumo da informação mais relevante sobre o adversário!

Canto dos convidados

Todos os meses um convidado benfiquista vai dar voz à sua alma gloriosa e partilhar a sua perspectiva sobre os mais variados temas .

quinta-feira, 15 de julho de 2010

6º lugar, para terem potencial e futuro no clube….

Nos últimos tempos, a Formação do Benfica tem sido uma verdadeira novela Mexicana! Começou com o projecto, conseguiu resultados e como não poderia deixar de ser, apareceu um “vilão” para amortecer e desorientar a “cena”! O momento era triste, de desânimo…até que alguém se chateou e percebeu, que deixar projectos a meio “não é coisa de clube grande”, foi então que alguém pensou - “Bem, já temos infra-estruturas e condições de trabalho, temos Jovens de valor…só nos faltam os Formadores com competência!” (Momento em que meia dúzia de adeptos se lembram de perguntar: Mas isso não era coisinha que dava jeito no Andebol?) – E assim foi! Bruno Maruta e João Santos foram os dois nomes que trouxeram ânimo àqueles adeptos que acreditam que a Formação é essencial para o Clube.
O Benfica, precisa de se estabilizar neste ramo, para poder credibilizar os Jovens que forma! Os adeptos, não acreditam no valor dos nossos miúdos e isso é bastante preocupante.
A facilidade com que se sentencia um miúdo de 18/19/20/21 anos que não rendeu aqui ou ali…que falhou neste ou naquele lance, é, a meu ver, reprovável! Por outro lado, os adeptos mais impacientes com os nossos miúdos, são aqueles que mais aplaudem a contratação de Jovens estrangeiros para ocupar as lacunas do Plantel, porque: “São oportunidades únicas de negócio”, dizem eles.
Como é óbvio, eu apoio os Jovens estrangeiros que vêm parar ao Benfica, mas sinto alguma mágoa de não ver uma planificação orientada para os nossos “rapazes”! “Eles têm de jogar para ganhar rotinas e níveis de confiança satisfatórios!”, é verdade, mas quando os empréstimos são feitos sem um “plano”, acabam, quase sempre, por não ter um efeito benéfico para os jogadores, porque caem nos clubes de pára-quedas! Quando um Jovem é emprestado, deve ter como objectivo render para regressar….mas como se sentirá um Jovem que é emprestado e que vê o clube que o emprestou, contratar um outro Jovem com a mesma idade para o lugar que ele deveria ocupar ou que, supostamente, irá ocupar? Terá motivação suficiente para acreditar que foi apenas uma “oportunidade única de negocio”? Eu, sinceramente, não sei….
O que eu sei, é que o Benfica vai ser representado no próximo Europeu de sub-19, por 7 jogadores! Roderick Miranda, Mário Rui, Danilo, Lassana Camará, Ruben Pinto, Evandro Brandão e Nelson Oliveira…são os jogadores, que têm a possibilidade de lutar pelo seu futuro e por uma mudança de mentalidades! Portugal e todos os seus jogadores, com uma vitória na Fase de Grupos, podem catapultar a sua simples e mísera (como a irão classificar) participação no Europeu, para uma presença assegurada no Mundial! Dos Mundiais, surgem grandes jogadores, que toda a gente bajula e “chama” para o Benfica, mesmo não fazendo ideia do percurso anterior dos jogadores…isto para mim, é muito positivo para os nossos jogadores, que poderão jogar lado a lado com os “tais” e mostrar, que são apenas Jovens e que poderão passar de jogadores “sem talento natural” a jogadores da moda!





terça-feira, 13 de julho de 2010

Deixar a Suíça com estilo

O Benfica jogou hoje o seu terceiro e último jogo amigável na Suíça, pondo assim termo ao estágio que efectuou nas terras helvéticas. O adversário voltava a ser acessível, mas Jesus mudou definitivamente a orientação na definição do onze titular, apostando claramente e desde já no que serão as mais que prováveis escolhas preferenciais do técnico. Assim, na baliza jogou Roberto, à sua frente Peixoto, David Luiz, Sidnei e Luís Filipe, no meio Javi Garcia, Martins, Aimar e Gaitan, e na frente Kardec e Saviola.


Faltam, claro, os mundialistas. Portanto, num exercício meramente teórico, provavelmente Coentrão entrará para o lugar de Peixoto, Luisão para o lugar de Sidnei, Maxi para o lugar de Luís Filipe e Cardozo para o lugar de Kardec. Isto, claro, se não houverem saídas de nenhum desses jogadores. Portanto, a tentativa é desde já de voltar a consolidar um onze, e não estando disponíveis os teóricos "donos" de alguma posição, Jesus fez avançar os seus mais semelhantes.


A partida começou com o Aris muito rápido sobre a bola e a dificultar muitíssimo a tarefa defensiva do Benfica, atacando com jogadores rápidos e a aproveitar muito bem os imensos espaços que o Benfica concedeu no seu meio campo defensivo. De facto, foi em termos defensivos que menos consistente esteve o jogo encarnado, penso que muito por culpa da falta de frescura física de Javi Garcia, que me pareceu uns furos abaixo dos restantes colegas. Na segunda parte, com a entrada de Airton para o seu lugar, o Benfica passou a ter mais controlo do jogo no seu próprio meio campo, que até aí lhe fugia.

domingo, 11 de julho de 2010

Um dia desastrado

O Benfica continuou a preparação da nova época com um embate amigável frente ao Sion, tendo perdido por 2-1. Foi um jogo com incidentes diversos, que de certa forma acabaram por desvirtuar em muito o real trabalho desenvolvido durante os noventa minutos pela equipa.

Jorge Jesus escalou para o jogo o seguinte onze: Roberto, Fábio Faria, David Luiz, Sidnei, Airton, Javi Garcia, Aimar, César Peixoto, Carlos Martins, Saviola e Kardec. Airton adaptado a lateral direito e Fábio Faria deslocado para o flanco esquerdo, com Peixoto a jogar no meio campo. De destacar a inclusão de elementos com muitos minutos nas pernas no jogo da véspera, casos de Sidnei, Peixoto e Faria.

Mal o jogo tinha começado e já Roberto se destacava. Numa saída totalmente despropositada (distracção? relaxamento? Não consegui ainda encontrar justificação), abriu a baliza para Mpenza facilmente concretizar e por o Sion em vantagem. Um péssimo arranque de jogo do guardião espanhol, e que contagiou a equipa.

Arrancaram os amigáveis de preparação

O Benfica realizou hoje o seu primeiro jogo da época 2010/11, frente ao FC Monthey na Suíça. O adversário não era, evidentemente, de peso, mas Jorge Jesus quis desde já começar a dar rotina à equipa, em particular aos novos jogadores que integram o plantel este ano. O primeiro onze do Benfica 2010/11 foi então o seguinte: Roberto (GR), Luís Filipe, Sidnei, Fábio Faria e César Peixoto (defesas), Airton, Menezes, Balboa e Gaitan (centrocampistas), Weldon e Jara (avançados).

A estrutura da equipa, em termos tácticos, correspondeu na íntegra aquilo que foi a base da equipa no ano passado. Um 4-1-3-2 bem evidente em campo, com uma dupla de avançados de cariz diferente do que estávamos habituados. Weldon e Jara garantiram mais mobilidade e menos presença de área, o que me parece ter sido talvez o factor mais estranho à equipa, pouco acostumada a servir uma frente de ataque com estas características.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O David fica!

Aparentemente, o nosso presidente Luís Filipe Vieira acaba de garantir num jantar na Suíça que o David Luiz não será vendido, e que portanto continuará connosco para mais uma caminhada triunfal na época 2010/11. Não faço ideia se isso terá mesmo execução prática ou não, mas como neste assunto em particular me dá muita comodidade acreditar nestas palavras, eu acredito piamente que são verdade.


Vamos continuar a ter um exemplo de amor à camisola, de ligação com os adeptos, de respeito pelo clube, de responsabilidade, de qualidade e humanismo. E isso deixa-me muito satisfeito, é com atletas desta fibra e deste valor técnico e moral que eu redobro o meu orgulho no clube. Portanto, obrigado senhor presidente pela garantia que deixou, e espero que a consiga cumprir. A credibilidade que lhe é devida e a do clube assim o exigem!


Agora se me permitem vou apanhar uma carraspana, mesmo sem beber álcool, porque estou bastante satisfeito. Vejo que determinadas opções parecem ter mudado definitivamente, o que nos permite continuar a ter no clube um dos principais bastiões da mística benfiquista do plantel. Um bem haja!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cedências intrigantes

Dois casos me intrigam, entre outros, no quadro de jogadores do Sport Lisboa e Benfica: Urreta e Miguel Vítor. Reconhecidos na generalidade como dois jovens talentosos e com qualidade para servir o Benfica, no entanto, para Jorge Jesus, são cartas completamente fora do baralho. Urreta fez apenas 67 minutos para o campeonato, e logo como titular contra o FC Porto, rubricando excelente exibição; já Miguel Vítor cumpriu apenas 102 minutos, e curiosamente titular contra o Sporting, realizando um jogo seguro. Tratam-se no entanto, apesar das semelhanças, de dois casos um pouco distintos.

O elogio da fidelidade

Hoje queria falar de alguém, que por ser discreto e também por talvez ocupar uma função não muito preponderante no campo - o que não significa necessariamente importante, pelo contrário - talvez não seja reconhecido como uma das grandes figuras do Benfica dos últimos tempos: Maxi Pereira.
Depois de uma primeira época depauperante - muito por culpa por ter sido utilizado como extremo direito e pela equipa não ter funcionado - foi finalmente colocado no lugar certo na sua segunda época (uma das poucas decisões correctas de Quique Flores) e fez um belo campeonato. Neste último ano, explodiu com Jorge Jesus, mesmo com uma lesão na pré-época que lhe retirou algum ritmo nessa fase inicial de época. Jamais me esquecerei dos dois golos apontados ao Marselha, sobretudo o golo do empate no Vélodrome. E neste Mundial, deu provas da sua qualidade, fazendo da regularidade e da fidelidade, a sua imagem de marca, coroada com um excelente golo no jogo de hoje, contra a Holanda, nas meias finais do Mundial.
Porém, estas declarações são de alguém fiel - lá está o adjectivo que melhor o define - à causa benfiquista. Para mim, é o António Veloso do século XXI, só que sem bigode (não faz mal nenhum!).
Espero também que o Benfica renove o mais depressa possível com o uruguaio, ele bem o merece por tudo o que tem dado ao nosso clube, e também pela sua postura dentro e fora dos relvados.
Obrigado Maxi, pelo teu grande profissionalismo ao longo destes 3 anos ao serviço do Benfica. Que sejam pelo menos mais 3!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Gritar, está na moda!

O último grito na moda Benfiquista tem um nome, David Luiz! Muitos de vós, teriam tendência para pensar que eu tenderia a fazer um comentário um bocado maricas, mas infelizmente o assunto é mais preocupante!

Tenho esperado com alguma ansiedade o desfecho deste Mercado, que para variar, está a ser escaldante e um tanto ao quanto aparvalhado. E aparvalhado porquê, perguntam vocês?
“E aparvalhado, porque?” – perguntaram vocês. Porque à uns dias, estava a ler umas páginas de um fórum benfiquista - do qual sou um frequentador assíduo - e deparei me com o seguinte tema de conversa: “David Luiz, deveria ser eleito o capitão de equipa!”; E eu, como sou um bocado ingénuo, não sabia que era mas sou, pensei para mim….:”Eh pá, terá o Luisão deixado crescer o cabelo?”. Pelos vistos não, o debate naquele tópico era genuíno e de “engano” tinha muito pouco.

Qual será a motivação deste súbito interesse?
Admito, que não é fácil compreender este movimento. Vamos brincar ao quem é quem, vejamos:


Total de Jogos pelo Benfica: 250
Total de Golos pelo Benfica: 24
Títulos pelo Benfica:
2 Campeonatos Nacionais (2004/2005; 2009/2010)
1 Taça de Portugal (2003/2004)

2 Taças da Liga (2008/2009; 2009/2010)
1 Supertaça de Portugal (2005/2006)

Quem será?

É o nosso amigo, Anderson Luiz da Silva, um jogador que respira Benfica, que deu 7 anos da sua vida ao nosso Clube e que demonstra, ano após ano uma capacidade de liderança fantástica! Não é ao acaso, que o cognome de Patrão lhe assenta que nem uma luva! Foi este jogador, que à dois anos era tido como não indispensável e que esta última época, embora não lhe veja grande reconhecimento, foi o melhor central do Benfica (embora tenha consciência que o mais correcto seria avaliar a dupla)!


Quando a equipa treme, Luisão estabiliza-a e isso, por muito que custe a muita gente…não está ao alcance de todos jogadores!
Para terminar, acho que o David Luiz (acrescentaria o Javi)… cria muita empatia com o público, é um jogadores com uma personalidade fortíssima dentro de campo e conviver com o Luisão vai torná-lo um grande líder (para além de o ajudar a crescer como jogador), independentemente de o vir a ser «cá» ou lá»!



“Sinto que nos grandes momentos do David, sentimos loucura…garra…paixão…mas nos grandes momentos do Luisão, sentimos confiança! Pode parecer pouco, mas vale muito!”


“Aqui” mandámos nós, no campo manda o Luisão!

Top 50 blogs benfiquistas

Elaborando este ranking tendo como base o site www.alexa.com, o blog benfiquistas desde pequeninos, efectuou esta excelente recolha, definindo o top 50 dos últimos 3 meses.

Surpreendentemente, encontramo-nos a meio da tabela, o que veio a revelar-se uma surpresa, visto estarmos neste universo da blogosfera benfiquista há pouco mais de 4 meses.

Obrigado a todos os que nos visitam diariamente e ajudam a fazer de nós o 25º desta honrosa lista.

Eis a lista:

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O projecto Roquete



Numa semana em que o 4º classificado da liga portuguesa foi completamente submisso por parte do 3º classificado, revelando as vantagens que o clube do Lumiar tem neste projecto (not) , parece-nos pertinente trazer à baila um artigo já com alguns anos, mas que continua a ser bem actual.




O Projecto Roquete.
A sua leitura é demorada, mas no contexto actual, torna-se obrigatório .


Esta reflexão e recolha de citações foi feita por alguns users do forum serbenfiquista, dos quais parece sensato destacar o user AGUIA FURIOSA e o user GARRAFIADA.


"Na edição de ontem do nosso jornal, destaco um excerto da nota editorial, da autoría de Luis Lemos, cujas crónicas semanais muito aprecio (conjuntamente com as de Ricardo Maia). Aliás, comprando todas as semanas o nosso semanário, depois de dar uma vista global pelas diversas páginas, princípio sempre a leitura dos conteúdos pelo que escrevem R.Maia e L.Lemos. 

Como nem todos têm acesso ao jornal, coloco aqui a excelente crítica a um figurante que dá pelo nome de Rui Santos, que não esconde a aversão que tem pelo Benfica e alguns seus dirigentes. 

(Início de citação) 

O comentador Rui Santos, habitual cronista do “Correio da Manhã” e da SIC – Notícias, teima em continuar a sua cruzada contra o Benfica e muito especialmente contra o seu presidente. Não sabemos qual o mal que Vieira deve Ter feito a este senhor que mostra um ódio visceral à sua pessoa. 

Não passa um fim-de-semana que R.S., na sua crónica de escárnio e maldizer, não transponha para o papel ou para as câmaras de televisão a ira exacerbada que normalmente costuma acompanhar os menos esclarecidos. Não queremos colocar em causa a sua honestidade intelectual, pois sabemos tratar-se de um jornalista com currículo, mas que começa a ser estranho tanta tacanhez e tanto anti-benfiquismo..., lá isso começa. 

Olhem se agora começassemos a dissertar sobre as cores vivas das sua “bonitas” gravatas ou o modo como penteia aqueles caracóis de fazer inveja ao Marco Paulo...”



sábado, 3 de julho de 2010

Os penalties de Cardozo

Ou será a sina de Cardozo?

Bomba de Oxigénio ou Fantasma?

Desde que chegou ao Benfica, Óscar Cardozo trouxe consigo um rótulo de exímio marcador de grandes penalidades.

Melhor marcador do Benfica desde que chegou ao clube, com mais de 70 golos em apenas três épocas, Cardozo sempre aproveitou com sucesso as oportunidades para converter penaltis.
Nas duas primeiras temporadas, 100% de sucesso na marcação de grandes penalidades.
Porém, na época que findou, época que Cardozo consegui alcançar o prémio de melhor marcador da Liga Portuguesa com 26 golos, e da Liga Europa com 9 golos, parece que pairou sobre Cardozo uma insegurança invulgar na conversão de penaltis.

Após falhar o seu primeiro penalti na pré-época no amigável que opôs o Benfica ao Olhanense, a partir dai, como se de um fantasma se tratasse, Cardozo começou a coleccionar falhanços na conversão dos castigos máximos.

Que razão para esta mudança de paradigma tão grande, quando nas duas épocas anteriores tinha a brilhante marca de 100% de sucesso na execução destes lances?

As razões desconhecem-se, e apesar de Jorge Jesus nunca ter duvidado das faculdades de Cardozo, parece que foi o próprio a começar a desconfiar de si próprio.
E depois vieram os adeptos.

Plantel 2010/11 - Primeira abordagem

Inicou-se a pré-época, e o defeso está muito agitado. Saídas, entradas... os jornais andam animados com notícias que nos últimos dias têm esfrangalhado os nervos aos adeptos benfiquistas. Falam-se de nomes e de negócios com contornos pouco agradáveis, pouco amigáveis para as nossas finanças.... ao mesmo tempo que não se vê serem resolvidos casos prementes, como a colocação dos excedentários.


Bom, decidi por isso fazer uma primeira abordagem ao nosso plantel para 2010/2011, com situação actualizada ao dia de hoje, e agrupando os jogadores por posição no campo para ser mais fácil de acompanhar o raciocínio. Penso que ainda há trabalho importante pela frente na construção do plantel, sobretudo se saírem mais jogadores importantes. Convém não facilitarmos neste trabalho, porque vem aí uma época muito mais exigente do que na época passada, e não nos podemos dar ao luxo de perder esta oportunidade de nos afirmarmos como potência hegemónica em Portugal.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Um minuto para a história


Ainda mal refeito do drama, tenho mesmo de escrever umas linhas sobre o Uruguai - Gana. Até ver, e duvido que seja ultrapassado, o mais épico dos jogos do Mundial. E tudo por causa daquele minuto fatídico, o minuto 120... o último do prolongamento, com as equipas empatadas a um golo. Por várias vezes o Uruguai, pelo qual estava a torcer, esteve à beira do Inferno. Uma falta estúpida em zona perigosa feita por Fucile, uma grande defesa de Muslera mas deixando a baliza aberta, uma primeira bola tirada por Suarez em cima da linha, uma segunda bola tirada por Suarez em cima da linha... com as duas mãos. E penalty. E vermelho para aquele que acho que está a ser o melhor jogador uruguaio.


Mal percebeu o momento que estava criado, o mundo abateu-se sobre os uruguaios, mas em especial sobre Suarez. Dolorosa a imagem do nº 9 a sair de campo lavado em lágrimas, inconsolável...

O Mundial dos medíocres

O Mundial 2010 aproxima-se a passos largos da hora das decisões finais. Hoje o Brasil foi mandado para casa pela Holanda, num jogo que é para mim um paradigma do que tem sido o futebol deste Mundial. Com efeito, a Holanda ganhou, ganhou justamente, mas ganhou sem jogar muito. Não vimos propriamente uma Holanda a jogar ao ataque, a criar lances de perigo... a superiorizar-se de facto ao adversário. Mas ganhou com justiça.


O Brasil foi uma sombra de si mesmo durante todo o Mundial, como aliás a Holanda também tem sido. Duas equipas que abandonaram a sua matriz histórica de um futebol de ataque, bonito, atraente, para abraçarem uma estratégia muito mais conservadora, procurando sobretudo não sofrer golos e correr o menos possível.


Como é possível que esta abordagem se tenha propagado tanto no Mundial, num evento em que é suposto sim jogar o melhor possível, da forma mais bonita possível, pois é de facto a grande oportunidade para mostrar ao mundo do que se é capaz?

Sebastianismos

Antes de começar a minha primeira crónica neste espaço de benfiquismo, queria agradecer o convite que o trainmaniac me fez para escrever neste blog, dizendo também que é uma honra para mim pertencer a esta gloriosa equipa.
Começo por falar sobre uma possibilidade que tem sido mais ou menos falada nos bastidores, que é o regresso de Simão ao Benfica, onde foi, na minha óptica, o melhor jogador da década que está a terminar, marcando golos atrás de golos e espalhando magia pelos relvados deste país. Só por isso, merece a minha admiração e respeito.

Porém, nunca fui pessoalmente grande adepto de uma tendência que se verifica muito nos adeptos do Benfica, que é o de querer que alguém que se notabilize no clube, regresse necessariamente após a sua saída do clube. E digamos que os últimos regressos não correram lá muito bem: passei metade dos anos 90 a ouvir os adeptos do Benfica a quererem Toni como treinador, ele fez-lhes a vontade, com os resultados que infelizmente se viram, e que até por tudo o que Toni deu ao Benfica, não merecia nada disso. O próprio Rui Costa, também não foi muito feliz, esteve no seu primeiro ano quase 5 meses de fora dos relvados lesionado, e no seu segundo ano terminou a época como jogador/director desportivo e um triste 4º lugar. No fundo, ficaram com a sua imagem algo chamuscada com estes insucessos. Não quero que isso se suceda no Simão.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O exemplo

O Benfica fez hoje o seu primeiro treino à porta aberta da época 2010/11. Grande enchente no Seixal para saudar aqueles que têm como missão voltar a por o país em festa. Um grande exemplo de vitalidade do Benfica, com os seus adeptos a estarem uma vez mais presentes para a primeira dose de conforto psicológico recebida pela equipa.


Deu para ver as caras novas - Jara, Oblak, Faria, Gaitan e Roberto - e para matar saudades de vários jogadores mais carismáticos. E estava o público entretido a ver o plantel terminar a corrida à volta do campo, quando de repente, acompanhado pelo fisiologista Bruno Mendes, surge um outro jogador a correr à volta do campo. Ruben Amorim fazia assim a sua aparição no treino.


Chegou a Lisboa ao início da manhã vindo da África do Sul, onde esteve com a selecção a disputar o Mundial. Poucas horas depois estava no Seixal para ser avaliada a sua lesão e por fim, cumpriu também o treino com a equipa! Uma dedicação e um profissionalismo verdadeiramente notáveis, merecedores dos maiores elogios.