O Benfica jogou hoje o seu terceiro e último jogo amigável na Suíça, pondo assim termo ao estágio que efectuou nas terras helvéticas. O adversário voltava a ser acessível, mas Jesus mudou definitivamente a orientação na definição do onze titular, apostando claramente e desde já no que serão as mais que prováveis escolhas preferenciais do técnico. Assim, na baliza jogou Roberto, à sua frente Peixoto, David Luiz, Sidnei e Luís Filipe, no meio Javi Garcia, Martins, Aimar e Gaitan, e na frente Kardec e Saviola.Faltam, claro, os mundialistas. Portanto, num exercício meramente teórico, provavelmente Coentrão entrará para o lugar de Peixoto, Luisão para o lugar de Sidnei, Maxi para o lugar de Luís Filipe e Cardozo para o lugar de Kardec. Isto, claro, se não houverem saídas de nenhum desses jogadores. Portanto, a tentativa é desde já de voltar a consolidar um onze, e não estando disponíveis os teóricos "donos" de alguma posição, Jesus fez avançar os seus mais semelhantes.
A partida começou com o Aris muito rápido sobre a bola e a dificultar muitíssimo a tarefa defensiva do Benfica, atacando com jogadores rápidos e a aproveitar muito bem os imensos espaços que o Benfica concedeu no seu meio campo defensivo. De facto, foi em termos defensivos que menos consistente esteve o jogo encarnado, penso que muito por culpa da falta de frescura física de Javi Garcia, que me pareceu uns furos abaixo dos restantes colegas. Na segunda parte, com a entrada de Airton para o seu lugar, o Benfica passou a ter mais controlo do jogo no seu próprio meio campo, que até aí lhe fugia.

































