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Para aceder aos melhores wallpapers, avatars, vídeos e relatos do Benfica! Tudo o que sempre quiseste encontrar, tudo o que idealizaste!
Chama Gloriosa Chalkboard
Rubrica onde iremos analisar lances, jogadas ou momentos dos jogos do Benfica que, apesar de importantes, passam normalmente despercebidos a um olhar menos atento.
Artigos de opinião
Voz aos escribas do Chama Gloriosa, para se pronunciarem sobre os mais diversos assuntos relacionados com o clube. Sempre com a acutilância, independência e fervor Benfiquista que nos caracterizam.
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Aqui vais encontrar jogos de todas as modalidades e os mais diversos programas de televisão sobre o Benfica. Não fiques fora de jogo e recorda tudo o que gravita à volta do nome Benfica!
Glorioso Relax - As deusas do Benfica
Cansado da rotina? Farto de maus resultados? Faz frio? Chove? Nada como espairecer e consolar a vista, com as gloriosas deusas deste espaço!
Análises adversários
Se não conheces a equipa que vai jogar contra nós no próximo jogo, não desesperes! Temos pronto para ti um resumo da informação mais relevante sobre o adversário!
Canto dos convidados
Todos os meses um convidado benfiquista vai dar voz à sua alma gloriosa e partilhar a sua perspectiva sobre os mais variados temas .
sexta-feira, 5 de março de 2010
Matar ou morrer
No campeonato já se fez de tudo para parar o Benfica. Campanhas contra David Luiz pela sua suposta maldade dentro de campo, quando todos sabemos que apesar da impetuosidade por vezes excessiva dele, se trata de um jogador de grande coração e fair-play. Sucessivas provocações de histórias em túneis para tentar de alguma forma manchar a carreira do Benfica. Numa dessas histórias, até se conseguiu mais que isso... a expulsão e castigo do melhor marcador do Benfica, com consequências que foram evidentes nos jogos que Cardozo falhou, incluindo aquela 2ª parte em Braga. Começou agora oficialmente a época das vendas... vendem tudo nos jornais, desde o Di Maria ao Jorge Jesus, parece que o Benfica está para ficar sem plantel e sem treinador num esfregar de olhos.
Se o Benfica vencer este ano, coloca-se numa posição de superioridade face aos outros como já não tem há vinte anos. O domínio avassalador do Benfica este ano só terá real significado se a justa vitória final for confirmada. E com uma equipa tão boa, um treinador tão conquistador e bases para continuar a vencer no futuro, os adversários sabem que está aqui a última oportunidade para matar o Benfica: evitar a sua vitória este ano. Com a vitória do Benfica, a grande aliança dos antis verá cair por terra um esforço hercúleo que, mais do que procurar as suas próprias vitórias, tentava impedir o Monstro de acordar. E se ele acordar com o estrondo que esta época tem anunciado, muita gente vai passar mal.
Mas nem só desportivamente este é o ano do mata ou morre. Financeiramente muito se joga, pois o Benfica já não tem qualquer margem para continuar a investir como investiu nos últimos três anos. É chegada a hora de investir mais cirurgicamente, de valorizar activos e de os vender por somas verdadeiramente avultadas, para assim debelar os problemas que a SAD atravessa. A vitória este ano permitirá fazer isso sem dramas... manter-se a base de uma equipa ganhadora, vender 2 ou 3 jogadores importantes bem compensados por jogadores actualmente na sombra, que poderão entrar tranquilamente para os seus lugares. Não ganhando, a valorização de activos será mais complicada, a necessidade de vender mais jogadores poderá impor-se, e em vez da base de uma equipa ganhadora para o futuro, teremos a base de uma equipa assustada e intranquila pelo seu insucesso. Faz toda a diferença.
Aproxima-se mais uma fase louca com jogos a sucederem-se a cada três dias, e o Benfica não pode perder a concentração: o campeonato é tudo! Nos restantes jogos, brio e profissionalismo exigem-se, tal como se exige a contenção de esforços se necessário for para continuarmos a todo o gás no campeonato. Não podemos facilitar. Na época de transição que vivemos, muito menos. Estamos a meio caminho entre o Olimpo e o Inferno... qualquer hesitação poderá ser fatal.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Dolbeth arrisca-se a ser esmurrado
Oiçam neste link, e tirem as vossas conclusões. Eu subscrevo totalmente. Sobretudo a parte em que diz "na China é que ele estava bem"... ou ainda "como seleccionador não vale nada... nada... nada!"
As despromoções na secretaria
A Liga continua a ter uma dificuldade extraordinária em albergar processos claros no que toca ao controlo e fiscalização das inscrições dos clubes para participarem nas duas ligas profissionais portuguesas. Este ano está a ser marcado pelo caso da Naval, inscrita com documentos que erradamente comprovavam que a Naval à data estava com cadastro limpo perante o Estado, o que na realidade não sucedia. Erro propositado ou fraude que fugia ao controlo da própria Naval, isso ainda estará por apurar nesta altura, apesar da Liga já ir a entrar na 22ª jornada. Mas mais grave que isso, choca a falta de preparação que os regulamentos têm para precaver estas situações de impasse enquanto não se descobre toda a verdade.
A Naval entretanto saldou as suas dívidas, o que evidentemente não apaga o incumprimento grosseiro dos regulamentos nos prazos exigidos para a inscrição do clube. Mas os regulamentos prevêem apenas sanções para casos demasiado abstractos para poderem objectivamente ser definidos no terreno. Despromoção ou desclassificação? Qual o peso exacto da atenuante de entretanto as dívidas terem sido saldadas? Nada disto está esclarecido preto no branco, e com isso abre-se uma janela de oportunidade maior do que é recomendável para a livre interpretação de quem decide.
Entretanto estamos quase no final do campeonato, e não há indicações sobre se será desclassificada, despromovida ou se haverão ainda soluções disciplinares mais brandas para este caso. Entretanto um outro caso desponta, o do Setúbal. Uma dívida superior a 1 milhão de Euros bateu à porta, e conhecendo-se o estado lastimável das finanças do clube, é mais do que razoável pensar que o clube não terá condições para, na próxima época, cumprir com os requisitos financeiros estipulados para a participação nas provas nacionais.
O imbróglio é tanto maior quanto menos é possível fazer directas associações entre os vários cenários possíveis de incumprimento (se foi culpa da Naval, se a Naval também foi vítima, etc), e as várias penas previstas para as diferentes situações. Tudo bem que pode ser demorado concluir de que lado está a verdadeira culpa do lamentável episódio, mas se nem há consenso regulamentar sobre as penas a aplicar a cada uma das hipóteses de infracção que estão em cima da mesa, como esperam de uma vez por todas por ordem no futebol em Portugal?
De qualquer forma, desde o aparecimento da Liga Profissional, a culpa é exclusivamente dos clubes que, imersos nos seus corporativismos e gangs de inimizades, tardam em se reunir à mesma mesa para defenderem acima de qualquer outra coisa o futebol. E enquanto assim for, os regulamentos continuarão a ser o que são, as decisões continuarão a arrastar-se, e a competitividade do futebol em Portugal continuará a estar posta em causa.
O bom, o mau e o vilão
quarta-feira, 3 de março de 2010
Camisola oficial Benfica 2010/11 - o novo manto sagrado

A adidas e o Benfica criaram uma camisola, onde o vermelho vivo e o branco se fundem harmoniosamente, criando uma camisola de linhas simples, apelativas e digna da tradição do Benfica.
Como é óbvio, o escudo é o reflexo da forte convicção de que o 32º campeonato é um sonho cada vez mais real!Glorioso Relax #1 - A beleza do Futebol
Di Maria alinhou pela Argentina
Sempre muito pressionante sem bola, genial com a bola nos pés, Di Maria foi o maior garante de jogo atacante dos sul americanos. Letal com a bola nos pés, raramente os defensores adversários o conseguiram desarmar legalmente. O nº 20 do Benfica (nº 7 hoje na selecção) foi a grande figura da primeira parte. Perto do final da primeira parte, numa brilhante jogada individual, isola-se depois de passar por dois defesas alemães, e remata à trave (com uma brilhante defesa do guardião alemão). E pouco depois, foi ele que assistiu, com um passe longo genial, Higuain para o 0-1 favorável à Argentina.
Com uma selecção argentina ainda órfã do melhor Messi (continua muito distante do que vale realmente, quando alinha pela selecção), começa a ser um dado objectivo que boa parte das esperanças da Argentina no Mundial de 2010 passarão por Angel Di Maria.
Di Maria alinhou os 90 minutos, e rubricou uma exibição de facto bastante boa. Mais uma!
César Peixoto prossegue recuperação
Além de César Peixoto, também Pablo Aimar prossegue a recuperação depois da ausência por doença no último jogo do campeonato, e também deverá estar disponível para a recepção ao Paços de Ferreira.
O Benfica prossegue a preparação amanhã, com mais um treino da parte da tarde no Caixa Futebol Campus. Saliente-se ainda que a venda de bilhetes para o jogo de Domingo às 20:15 prossegue em ritmo normal, sendo esperados mais de 40.000 benfiquistas para apoiarem a equipa.
Benfica - Paços de Ferreira 22ª jornada

À lei da Bola - Pedro Ribeiro jornada 21
Fábio Coentrão lesionado
De notar que ele jogou de início tocado, mas não foi dispensado ao contrário de Ruben Micael, que apresentou dores no ombro.
Com César Peixoto também lesionado, Jorge Jesus pode ter aqui ganho uma grande dor de cabeça para o jogo do próximo Domingo frente ao Paços de Ferreira, a disputar no Estádio da Luz.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Uma questão de sapatos de vela
Escrevo este post porque o amigo que também escreve neste blog realizou há pouco uma promessa que havia feito antes do Sporting - Porto que ontem se jogou em Alvalade. Pois ele prometeu que havia de andar uma semana a calçar sapatos de vela em homenagem aos lagartos, caso eles tirassem pontos ao Porto e, por consequência, os afastassem da luta pelo título.
E de facto, que maior marca existe dos lagartos (para lá do seu anti-benfiquismo primário/primata), do que os sapatos de vela e o pólo da Quebra-Mar? Elementar, como diria o famoso detective britânico. Fica então a homenagem aos sapatos de vela, que por estes dias servem de calçado a um dos autores deste blog, obrigado a trocar o conforto dos ténis pela fineza queque dos sapatos de vela à conta da sua promessa.
Já agora, já repararam que em 90% dos jogos desta época, os jogadores do Sporting pareciam estar a calçar sapatos de vela em vez das habituais chuteiras? Ou seriam sapatos de salto alto? Fica a pergunta!
SAD apresenta contas semestrais

A SAD benfiquista informou hoje a CMVM das contas do primeiro semestre da época em curso, e voltou a apresentar avultados prejuízos. Eis um pequeno resumo das informações vitais contidas na informação ao mercado. Entre parêntesis está a comparação com o mesmo período da época 2008/09.
Proveitos Operacionais: 29,2 M€ (mais 3,2M€)
Custos Operacionais: 29,4 M€ (mais 1,9M€)
Amortizações de passes: 12,1 M€ (mais 1,6M€)
Custos Financeiros: 3,2 M€ (mais 0,4M€)
Resultado Líquido: -13,8 M€ (mais 4,6M€)
Os resultados mostram nova degradação dos capitais da sociedade, actualmente positivos em apenas 14,3 M€, já contando com a incorporação da Benfica Estádio, valor a comparar com o capital social de 115 M€, o que permite dizer que a SAD está ainda a cerca de 43 M€ de sair da situação de falência técnica (que se define como o capital próprio abaixo de 50% do valor do capital social).
As contas do exercício, explicadas no relatório, são novamente prejudicadas pela contratação de vários jogadores no mercado de Verão, e pela falta de vendas de jogadores que compensem os avultados investimentos. Ainda assim, Edcarlos foi vendido ao Cruz Azul por 2,1M€ e Sepsi ao Timisoara por 1M€, no que foi sem dúvida uma boa medida de gestão para evitar gastos desnecessários com atletas excendentários. É um política que deve ser reforçada no próximo mercado de transferências, pois as contas da sociedade assim o exigem.
Veremos como será gerida a SAD doravante, mas uma grande mudança do paradigma exige-se, porque operacionalmente até, a SAD está deficitária, pelo que o problema não está a ser exclusivamente a compra de passes sem vendas que lhe equivalham.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Análise Individual ao jogo da 21ªJ Leixões - Benfica
Quim (8) - Exibição em sobressaltos, quase sempre como mero espectador. Sem trabalho, respondeu bem à única solicitação do ataque do Leixões que o obrigou a uma defesa apertada.
Maxi Pereira (8) - Belíssima exibição do lateral uruguaio, não permitindo qualquer subida do Leixões pelo seu flanco, defendendo com a habitual concentração e fiabilidade. No ataque esteve bem, e desempenhou bem as funções específicas que lhe estavam dedicadas para este jogo, na ausência de um médio direito que é habitual na táctica do Benfica, e que neste jogo não se verificou. No lance do 4º golo, é ele que constrói a jogada antes de entregar a Di Maria para este finalizar.
Luisão (7) - O patrão acabou por destoar um pouco do resto da equipa, fruto da complicada marcação que fez durante todo o jogo a Pouga. O avançado leixonense deu água pela barba, segurando sempre muito bem a bola e impondo o seu físico (similar ao de Luisão) por muitas vezes. Esteve longe de ser uma noite tranquila para Luisão, que ainda assim resolveu bem a maioria dos lances disputados com Pouga.
David Luiz (9) - Grande jogo de David Luiz, implacável nas acções defensivas, bloqueando por completo as investidas (poucas) do adversário. Sempre com uma disponibilidade física impressionante, não raras vezes apareceu em terrenos mais adiantados a apoiar Airton sobretudo. Logo a abrir o jogo antecipou-se muito bem à defensiva nortenha, e atirou ao poste na sequência de um canto batido por Éder Luís. Jogo sem falhas, muito concentrado.
Fábio Coentrão (8) - Mais um jogo em que o português foi adaptado a lateral esquerdo, e novamente apareceu bem. Posicionalmente começa a ganhar rotinas de lateral, desposicionando-se defensivamente cada vez menos vezes. Com a entrada de César Peixoto passou a ocupar a ala esquerda do ataque, e foi sempre bastante efectivo nas suas acções com e sem bola. Parece estar em crescendo fisicamente, depois de alguns jogos recentes com menor fulgor.
Airton (9) - Chamado pela primeira vez à equipa, e logo a titular, o jovem campeão pelo Flamengo em 2009 correspondeu de forma magistral à confiança depositada por Jorge Jesus. Foi uma cópia quase perfeita de Javi Garcia em campo, sempre muito prático com a bola nos pés, procurando jogar simples e rápido. Defensivamente esteve muito bem, bloqueando o meio campo adversário e compensando bem subidas no terreno quer de David Luiz quer de Fábio Coentrão, demonstrando um entrosamento táctico de realçar para quem está há tão pouco tempo na equipa. Saiu cansado, mas certamente satisfeito pela sua prestação.
Ramires (9) - Jogo fulgurante de Ramires, apesar de mais discreto ofensivamente. Foi a chave do jogo, colocando-o Jorge Jesus a jogar numa posição mais central e junto de Airton, ganhando assim a batalha do meio campo e permitindo dominar totalmente com a bola em sua posse. Fez várias incursões à grande área adversária, e podia mesmo ter marcado num lance em que é Cardozo que intercepta um forte cabeceamento seu. Sempre com a sua força e velocidade, foi sem dúvida um dos segredos para a exibição pujante do Benfica em Matosinhos.
Éder Luís (7) - Foi talvez a maior surpresa do onze titular, aparecendo no lugar de Aimar e até de Carlos Martins, sem dúvida os teoricamente melhor colocados para disputar a titularidade. Jesus apostou em Éder para pressionar mais junto à baliza adversária os defesas leixonenses, lentos e duros de rins, e ganhou a apostar. Apesar de algo apagado com a bola nos pés, Éder Luís permitiu que Di Maria por exemplo tivesse mais espaço para embalar em velocidade. E foi ele que marcou o primeiro golo da partida, num remate de fora da grande área. A exibição mais positiva do jogador desde que está no Benfica, e a dar boas indicações para o futuro.
Saviola (7) - O argentino fez uma belíssima primeira parte, sendo fundamental para colmatar a ausência de Ramires no flanco direito. Ajudou a desposicionar a defesa contrária, jogou bem com Maxi Pereira e com Ramires, e deu corpo a uma espécie de 4-3-3 em que o Benfica por vezes jogou, fazendo linha avançada com Cardozo e Éder. Teve ainda uma boa oportunidade para marcar, negada pelo guarda-redes Diego, e acabou por sair na 2ª parte para dar lugar a César Peixoto. Saiu desgastado e sem golos na ficha individual, mas fez uma exibição bastante positiva.
Cardozo (7) - Cardozo foi, de forma inesperada, o número 10 da equipa. Ia baixando no terreno muito bem para escapar à marcação dos centrais do Leixões, e foi sempre capaz de segurar a posse de bola e distribui-la com critério, como o provam os vários passes certeiros e de morte que fez durante a partida. No entanto a finalizar não esteve ao mesmo nível, e acabou mesmo por falhar um golo de baliza aberta, tal como mais 1 ou 2 lances que não ganhou por manifesta falta de agressividade ou por deficiente colocação.
Di Maria (10) (Melhor em Campo) - Já não há palavras para descrever Angel Di Maria, o jovem extremo que se firma cada vez mais como um dos melhores jogadores do planeta. O número 20 assintou mais uma exibição muito exuberante, dando seguimento a um momento de forma absolutamente fantástico. Fez quatro golos (um bastante mal anulado), fez gato-sapato da defesa do Leixões, tirou inúmeros bons cruzamentos e decidiu quase sempre bem os lances que criou. Além disso, mostra um pulmão fantástico nesta fase da época, correndo sem parar e em grande velocidade durante todo o jogo, compensando até defensivamente algumas vezes Fábio Coentrão. Foi mais uma exibição de outra galáxia do argentino, que começa a ser cada vez mais a mais cintilante estrela do Benfica nesta fase da época. E que bom é para o Benfica poder contar com um jogador assim tão decisivo à entrada para a recta final do campeonato...Carlos Martins (9) - Entrou para o lugar de Éder Luís com o resultado em 0-1, e em cerca de 30 minutos o Benfica dilatou o resultado para 0-4. Carlos Martins entrou muito enérgico e com uma dinâmica de jogo diferente do colega, e foi fundamental para o avolumar do resultado. Alguns passes excelentes, muita vontade e entrega ao jogo, e nenhuma cerimónia na altura de rematar, o que motivou que o Leixões se desconjuntasse totalmente na sua zona de acção, onde Di Maria se começou a movimentar procurando espaços para mais facilmente brilhar. Está a ser fundamental para o Benfica desde que recuperou da lesão que o aponquentava nos últimos meses de 2009.
César Peixoto (7) - Entrou bem no jogo, até porque não teve praticamente trabalho defensivo para fazer no flanco esquerdo. Ajudou em algumas jogadas ofensivas, mas acima de tudo preocupou-se em dar tranquilidade à equipa no seu flanco, visto que na manobra ofensiva já haviam jogadores que chegassem para cumprir a missão do Benfica neste jogo.
Ruben Amorim(7) - Entrada muito lúcida em campo para o lugar de Airton, desempenhando bem as funções de trinco e dando seguimento ao bom trabalho de bloqueio que estava a ser feito pelo brasileiro. A sua entrada permitiu também que Ramires se soltasse um pouco mais pela direita (até pela maior proximidade de Carlos Martins ao trinco, em comparação com a de Éder Luís). Cumpriu com a eficiência e qualidade que se lhe reconhecem.


























































































