O que é que eles ainda queriam mais?
Na época corrente, visitando o Estádio da Luz na condição de treinador da equipa visitante, Carlos Carvalhal fez muito melhor com o Marítimo, na primeira jornada do campeonato, do que fez com o Sporting na vigésima sexta jornada da prova. No comando da equipa da Madeira, Carvalhal saiu da Luz com um empate a uma bola e com um ponto, já no comando do Sporting saiu da Luz com uma derrota e com zero pontos.
E quem viu com atenção os dois jogos há-de reconhecer que o Marítimo, ao longo dos 90 minutos, jogou bem melhor e foi muito mais perigoso do que o Sporting, ao longo dos 90 minutos. O problema do Sporting, portanto, não é do treinador.
Assim não parece entender a Direcção do clube de Alvalade que, objectivamente, entregou a carta de despedimento a Carvalhal a seis jornadas do fim do campeonato e assim não parece entender Costinha, o team manager do Sporting que, na noite de terça-feira, despediu Carlos Carvalhal da conferência de imprensa no final do jogo, sentando-se ele próprio, muito austero, no lugar onde era suposto sentar-se o treinador, para se dirigir aos jornalistas em formato de grande indignação.
Não duvidem, Costinha promete.






















