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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Chama Gloriosa Chalkboard: Matic e a importância de "abrir" o campo

Chama Gloriosa Chalkboard é uma nova rubrica no blog onde iremos analisar lances, jogadas ou momentos dos jogos do Benfica que, apesar de importantes, passam normalmente despercebidos a um olhar menos atento.

Com a ausência de Javi Garcia por castigo, Matic teve, contra o Vitória de Setúbal, oportunidade para mostrar como vai a sua adaptação a pivot defensivo, tendo voltado a aparentar algumas dificuldades em ser agressivo no espaço quando a bola circulava pela sua zona, especialmente na primeira parte. Não é esta, porém, a razão porque escrevo este artigo. Durante a segunda parte, já com o resultado em uns confortáveis 4-1, o sérvio quase está na origem de mais um golo do Vitória de Setúbal ao perder a bola na entrada da área de Artur quando a equipa saía em construção. Muitos apontarão imediatamente o dedo à lentidão de Matic, mas terá sido essa a principal causa da jogada?


Pegamos no lance no momento em que Jardel, pressionado por um contrário, procura dar consequência à circulação baixa do Benfica fazendo a bola chegar ao pivot. Aparentemente, a jogada nada tem de extraordinário mas o erro de Matic é tão simples quanto importante.


Matic recebe a bola com o campo "fechado", i.e. com os apoios virados para o lado da bola, existindo uma zona enorme do campo que não está a controlar visualmente. O adversário percepciona muito bem a situação e pressiona imeditamente de forma agressiva com o sérvio, completamente surpreendido,  a não ter a mínima chance de retirar a bola da zona de pressão. A jogada só não tem consequências de maior porque o jogador sadino, por qualquer razão, acaba por procurar uma falta que manifestamente não existe no lugar de concluir uma situação que, com toda a probabilidade, seria de golo iminente. Todo o lance teria sido facilmente evitado se Matic tivesse optado por uma orientação dos apoios (posicionamento) que lhe permitisse controlar o espaço, a bola e, claro está, o adversário.

Confira a jogada em tempo real:


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Calendário Benfica Liga Zon Sagres 2011/2012

1ª Volta

2ª Volta

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Questão Central



O VALOR DA PALAVRA

15:29
terça-feira, 25 de Janeiro de 2011 por RedNight

Aproveito esta crónica para desejar a todos os leitores do Blog Chama Gloriosa um 2011 pleno de sucessos, desportivos, profissionais e pessoais. Que seja, ainda que com todas as condicionantes inerentes ao período mais negro do país pós-25 de Abril, um ano melhor que o que agora findou.

Apraz-me ainda registar com orgulho e emoção mais um aniversário do Rei: Eusébio da Silva Ferreira. Um ícone de Portugal.

Vamos então agora ao tema que me levou a escrever esta crónica, parecendo, para muitos, algo simples de se cumprir: Honestidade!

Quero crer que aquilo que tem vindo a público a propósito do atleta David Luíz não passa, apenas e só, de algo resultante dos devaneios habituais da Comunicação Social. Não concebo que, estando o nosso clube a disputar ainda todas as competições possíveis (quer nacionais, quer internacionais) se esteja a equacionar a venda daquele que é, tão somente, o nosso melhor activo. Brincadeirinha ou déjà vu?!

Quero relembrar aos mais distraídos que, já em 2006/07, alguém cometera a proeza de vender um central titular, com as consequências por demais conhecidas.

E é aqui que entra a Honestidade, o Valor da Palavra. Quero recordar estas declarações; agora estas; e por fim, estas.

Posto isto, e como tenho o Presidente da Maior Instituição Portuguesa e restante Direcção como homens honestos e de palavra, só posso esperar festejar vários títulos em Maio com David Luíz como atleta do Glorioso.



domingo, 22 de agosto de 2010

Uma anedota chamada Benfica

Mais um jogo, mais uma derrota. O fado do Benfica 2010/11 começa a estar irremediavelmente traçado, com prováveis seis pontos de desvantagem para o Porto ao cabo da 2ª jornada, e o último lugar da Liga garantido. Não vou entrar por considerações tácticas, apenas dizer que até ao 1-0, a equipa hoje mostrou-se em bom plano, num campo muito difícil. Houve vontade, atitude, e até jogadas muito bem delineadas. Talvez mais a frio fale desse bom período do Benfica (50 minutos), porque me deu a ideia que o Benfica tacticamente deu um salto do último jogo para este.



No entanto, há Roberto. O pior guarda-redes da história do Benfica continua a ser escolhido para a baliza, e hoje deu mais dois golos ao adversário (até foram três, mas teve sorte num deles). A equipa que estava a jogar bem, morreu animicamente. O peso das derrotas sucessivas e os incríveis falhanços individuais de um cepo que não teria lugar em nenhuma equipa desta Liga nem da Vitalis derrotaram a equipa a toda a linha, que se desorganizou, perdeu a cabeça e o controlo da partida. Muito, muito triste.

sábado, 21 de agosto de 2010

Provavelmente, agora ou nunca

O Benfica joga hoje no terreno do Nacional uma cartada decisiva para o campeonato. Parece anedótico tomar o desafio como tal à segunda jornada, mas a realidade não pode ser desmentida: caso não ganhe o Benfica pode começar desde já uma perseguição a 5-6 pontos de distância do principal rival, e apesar de faltarem depois 28 jornadas para o fim, não reza a história que o Benfica consiga ser forte animicamente o suficiente para começar uma perseguição tão dura e espinhosa, sobretudo porque o calendário das primeiras 10 jornadas é fogo, autenticamente.


Com o Nacional a apresentar-se esta época mais em 4-1-3-2, Jesus terá pela frente o desafio de tomar a opção táctica mais adequada. O 4-1-3-2 da época passada tem aparecido desgastado, sem ideias e sem os jogadores ideais, o 4-3-3 tem parecido mais atacante, sistematizado e dinâmico, apesar da falta de largura do nosso jogo. Eu optaria por este segundo modelo, e lançaria um meio campo com Javi, Amorim e Martins para sustentar um ataque com Jara, Saviola e Cardozo/Weldon (tenho dúvidas do momento de forma do Cardozo).

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Entrada com o pé esquerdo

Apesar de futebolisticamente pouco se passar nas hostes encarnadas neste início de época, vou dedicar umas linhas ao que se jogou dentro de campo no Benfica - Académica que abriu, da pior forma possível, a defesa do título nacional conquistado na época passada. Jesus voltou a insistir no 4-1-3-2, colocando Roberto na baliza, Coentrão, David Luiz, Sidnei e Maxi na defesa, Javi à frente deles, e depois um trio composto por Peixoto, Amorim e Aimar a apoiar os avançados, Cardozo e Saviola.


A discussão táctica já está muito gasta, porque já todos vimos que faltam jogadores seja para que táctica for. Mesmo o 4-3-3 da pré-temporada sofre do mal de não haverem jogadores que nessa táctica dêem largura ao jogo, e por isso Jesus tentou novamente o modelo da época passada, mesmo significando isso que o papel de Di Maria era para ser cumprido por Peixoto. Pelo menos assim, a estratégia defensiva da equipa não saiu prejudicada com os flancos bem preenchidos, mas no ataque... notou-se, e bem, a falta de argumentos desta equipa. Com um Ruben Amorim estranhamente apático e desinteressado, e com Peixoto a assinar provavelmente a pior exibição que já lhe vimos de águia ao peito, o Benfica só conseguiu ligar jogadas de ataque com investidas exuberantes de Coentrão pelo flanco esquerdo, normalmente em combinação com Saviola, visto que também Aimar esteve sempre muito distante do jogo.